terça-feira, 21 de julho de 2009

Lição de socialismo: jovens gays PRESOS no inferno cubano

As notícias que se obtém das ditaduras comunistas, pelo menos no que diz respeito aos homossexuais, são basicamente de dois tipos: a que exprime, ou pelo menos tenta, a mais pura realidade através de fatos observados, ou a propaganda do governo de Fidel Castro, quase sempre repetida intensamente pelas mídias do Mundo Livre como sendo “informações oficiais”, maliciosamente induzindo as poucas informações verdadeiras à marginalidade e tentando forjar uma realidade falsa sobre Cuba. Veja um exemplo de propaganda neste link (http://gaycuba.ca/).

Apesar do mundo já estar acostumado com a propaganda comunista de que em Cuba é uma “maravilha’, já não é a primeira vez que relatos da vida cotidiana de cidadãos-prisioneiros homossexuais chegam à mídia, e desta vez e de novo, nada apareceu em nenhum veículo de grande circulação ou de grande audiência. E para variar, a “ala esquerdista” do movimento gay também não comentou nada, o que é de se esperar, visto que, quando o marxismo entra em conflito com a realidade, tende a ignorar os fatos.


Cuba: Jovens gays sofrem repressão policial
Por Valentina



As forças políciais cubanas boicotaram uma campanha contra o HIV-AIDS e prenderam 19 jovens que estavam a tentar obter preservativos.
No centro de Havana, no piso térreo do Capitólio, a policia impediu a realização de uma campanha para prevenir a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, especialmente a HIV-AIDS. A atividade foi organizada pelo Centro Nacional de Doenças Sexualmente Transmisiveis (CNITS).
A polícia não só impediu o evento, como também tomaram como prisioneiros 19 jovens gays que assistiam à infeliz campanha tentando obter preservativos, lubrificantes, panfletos e amostras grates, todos patrocinados pela ONU-SIDA.
Nenhuma autoridade do CNITS declarou a respeito e nem condenou a ação, pelo contrário, emitiu advertências para os assistentes promotores de saúde que protestaram a ação policial.
A fundação cubana de lésbicas, gays, travestis e bissexuais Reinaldo Arenas, apresentou sua inconformação ao Ministério de Saúde Pública pela detenção dos 19 jovens homossexuais e ao retorno obrigatório de 9 jovens gays para suas casas fora de Havana.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vaticano apóia descriminalização da homossexualidade

A notícia abaixo, publicada no jornal O Estado de S. Paulo datada do dia 11/07/09, já está sendo condenada pela ala esquerdista da militancia homossexual como sendo uma "GRANDE MENTIRA". A falta de honestidade dessas pessoas é de assustar-se. Na verdade, a Igreja Católica, não aprova o que eles chamam de "pratica homossexual", ou seja, o sexo entre pessoas do mesmo sexo, até porque, se aprovasse, entraria em conflito com a pregação pela castidade. Nesse sentido, a Igreja nos coloca ao mesmo tratamento dados aos heterossexuais, sendo estes, autorizados a fazer sexo apenas para fins de procriação. Neste link, o leitor pode conferir o seguinte trecho:

"Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação "

Somente com a leitura completa do texto, o leitor poderá atestar que os argumentos da Igreja, não ignora o fato de existir casais homossexuais, mas porém, chama-os à castidade. Uma posição mais ou menos o seguinte: "tudo bem ser gay contanto que não faça sexo". Em suma, não há nenhuma "grande mentira", visto que a notícia abaixo, está correlato ao posicionamento da Igreja. A mentira, no final das contas, foi do militante impostor socialista.

Vaticano apóia descriminalização da homossexualidade

FONTE: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL919759-5598,00.html
Da Agência Estado

A Igreja Católica Romana é a favor da descriminalização da homossexualidade, ou seja, é contra que gays sejam encarcerados, julgados e punidos por serem homossexuais, disse hoje o porta-voz do Vaticano, o padre Federico Lombardi, em declarações reproduzidas pela agência Ansa da Itália. Ele ressaltou, no entanto, que a Igreja é contra o casamento gay - "o matrimônio entre homem e mulher é o único que a Igreja apóia e não aceita colocar no mesmo patamar casamentos entre pessoas do mesmo sexo", disse Lombardi. "A Igreja é a favor da descriminalização da homossexualidade, ela não apóia leis penais que considerem crime a homossexualidade", disse. Em vários países islâmicos regidos pela Sharia, a lei islâmica, a homossexualidade é crime. Lombardi deu a declaração no contexto de críticas recentes feitas por grupos de defesa dos direitos do gays, de que a Igreja não apoiaria o fim da descriminalização da homossexualidade em vários países. Ele ressaltou que nenhum texto sobre a descriminalização do homossexualidade foi apresentado até agora na Organização das Nações Unidas (ONU) e por isso "estamos falando de um assunto misterioso, de uma maneira vaga". As informações são da Agência Ansa.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Desinformação na mídia no Brasil

Na última publicação do nosso Blog, nos preocupamos apenas em mostrar os “conceitos teóricos” do que vem a ser a desinformação na mídia. Agora devemos nos preocupar com alguns exemplos que tomamos nas últimas semanas. A greve de funcionários na USP, envolvendo alunos marxistas, chamou a atenção da sociedade (como sempre). Outra manifestação estudantil se formou, caracterizando-se como sendo “anti-greve”, por parte dos alunos que estavam protestando contra os alunos da esquerda eufórica (que fazem tudo ali, menos estudar).

Na Carta Capital, na edição publicada para a semana do dia 19/06/2009, no artigo “o giz e o apagador” lê-se o seguinte: “No último 9 de junho, em vez de dialogar com os grevistas, a reitora da USP Suely Vilela preferiu ficar recolhida em seu bunker, assistindo pela televisão a entrada dos policiais pelas tranquilas avenidas do campus. Coube ao governador José Serra a responsabilidade de defender a ação policial. [...] A resposta dos manifestantes veio também com flores e um mar de cartazes e adesivos que pedem o afastamento da reitora. [...] Todos carregavam rosas, distribuídas aos marchantes no início do encontro.” (link: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=4325)

O que a Carta Capital parece não ter percebido, com a intensa evolução tecnológica nos sistemas de comunicações nas últimas décadas, nos permite a possibilidade de obter a verdade. Neste caso, a verdade veio por meio de e-mails, escrito por um tal de Rafael Carneiro. No trecho acima temos a impressão de uma polícia violenta e surda com os gritos da população, porém o trecho abaixo é mais revelador:

“[...]Um aluno da História, o mesmo que depois foi espancado, pediu aos PMs que saíssem, que estávamos fazendo um protesto pacífico e que ele se responsabilizava. A PM saiu da praça.

Foi aí que tudo degringolou. Provocações de parte a parte, cantos de guerra agressivos, e a organização da "greve da greve" pediu que nos dispersássemos. Acabamos formando um grupo compacto e indo em direção à FEA todos os antigrevistas. Os alunos a favor da greve - alguns eu sei que eram do DCE - foram atrás gritando provocações.

Nessa hora, eu estava com duas bixetes do meu lado. De repente, viramos em direção aos bancos e elas não estavam mais ali, e um cara do DCE tinha abraçado e cuspido em um aluno da POLI e ele tinha revidado, e quase saiu uma briga. Voltei pra tentar puxar os RIanos atrasados. Uma menina com uma jaqueta do meu lado fez a mesma coisa pelos amigos. Quando vimos, eu e ela éramos os últimos antigrevistas. Nos viramos pra ir pros bancos. Quando estávamos indo, vi uma pedra lançada na cabeça da garota, a puxei e gritei pra todo mundo correr que eles estavam jogando pedras. Levei uma pedrada na perna enquanto corria.

Foi um pandemônio. Algumas pessoas entraram nos bancos, outras foram para o estacionamento em direção à rua, eu e alguns RIanos fomos para a FEA. Nessa hora, o aluno da História que comandava o protesto foi cercado e sentou no chão pra mostrar que não pretendia bater em ninguém. EU VI ELE SER CHUTADO NAS COSTAS. Ele deu uma entrevista à Folha e fez um BO dizendo que levou vários chutes enquanto estava no chão antes que os agressores vissem que a imprensa estava presente e parassem.”



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Honduras não quer socialismo!


Outro caso que se destaca é este mais recente ainda, o caso da República de Honduras. Há uma lei lá que diz que nenhum presidente pode ser re-eleito pela terceira vez. Não há nem como criar uma lei permitindo isso, enquanto houver outra proibindo o terceiro mandato. Mesmo assim, o então presidente Zelaya, vem tentando desafiar os poderes constitucionais, defendendo os interesses da esquerda, em especial, seu amigo-cumplice Hugo Chávez, e acerta a data para a realização de um plebicito.

Visando defender a Lei e a Ordem, a Suprema Corte daquele país resolve determinar o banimento do presidente e a sua substituição pela nomeação de outro. Os juízes encarregam às Forças Armadas de arrastarem o “futuro chavista” pra fora de Honduras. Imediatamente, pelos quatro cantos do mundo, a mídia vendida ao socialismo já fala em “golpe militar”, e até mesmo o Presidente Obama, falou que o único líder democrático de Honduras ainda continua sendo Zelaya, embora não mencionou o fato deste ter tentado deliberadamente criar um mandato ilegal.

O que estamos assistindo, senhores, é a emergência de um movimento de quebra de leis de uma nação, em favorecimento dos interesses de uma minoria revolucionária e interessada no socialismo. Não duvidem que isso não vá acontecer no Brasil, porque vai, e quando conseguirem cancelar os direitos humanos, você vai chorar pelo seu direito de viver ir pelo ralo...