terça-feira, 24 de novembro de 2009

Nem os gays podem estar livres do PLC122/06.

Alguns ditos “cientistas”, imbecis de faculdade e filósofos de boteco, criaram agora uma “conceituação científica” para determinar o que é “homofobia internalizada”. Vejam como pode acabar funcionando para colocar na cadeia os próprios gays!


Faça o download do "artigo" e leia-o:
Medindo a homofobia internalizada: A validação de um instrumento http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v23n3/v23n3a10.pdf

É até preferível arriscar a divulgar essas coisas e colocar meus comentários para ver se mais alguém enxerga as coisas da mesma forma que eu. Primeiro vem alguém e diz que existe a tal da homofobia (eu prefiro a palavra preconceito). Depois fala que existe homofobia internalizada. O próximo passo será a oferta de tratamento a estas pessoas supostamente doentes.

Como o PLC122/06, se convertido em lei, pode deixar de receber o apoio de uma parcela significativa da própria população homossexual, então nada mais lógico do que caracterizar os seus críticos como pessoas que sofrem de “homofobia internalizada”,

O cidadão que não se informou adequadamente no momento da tramitação da proposta sobre todos os pontos do PLC 122/06, ou que não antecipou suas conseqüências nefastas, pode mudar seu posicionamento diante da questão com o passar do tempo.

Por exemplo, nos EUA, a aprovação da política “Don't Ask, Don't Tell” chegou a ser aplaudida por diversos grupos de homossexuais; hoje, porém, existe um consenso de que esta lei foi uma das coisas mais prejudiciais aos homossexuais americanos. Inicialmente, havia a compreensão de que todo homossexual poderia exercer suas funções como militar nas forças armadas americanas desde que não informasse sobre sua orientação sexual, ao passo que as forças armadas também não questionariam ninguém sobre “preferência sexual”. Na prática, porém, se um militar homossexual for “descoberto”, considera-se que o mesmo não “escondeu direito” sua homossexualidade. Assim, tem início uma investigação, que normalmente acaba culminando na expulsão do militar gay. Tal política é tão excessiva que nem mesmo Ronald Reagan, Richard Nixon ou Dwight Einsenhower, tidos como conservadores “chatos”, seriam capazes de pensar em algo semelhante. Uma lei como esta tinha que vir de Bill Clinton, tido como um “gay friendly”.

Voltando ao assunto, agora eu pergunto: qual o critério para se determinar o que é realmente “homofóbico”?

Não há nenhum militante dentro do movimento gay capaz de responder de forma objetiva a esta pergunta. Suponha que uma personalidade pública faça uma piada sobre homossexuais ou algum comentário que possa ser entendido como depreciativo ou apenas ideologicamente divergente. Um pequeno grupo de homossexuais altamente organizados, bem financiados e muito poderosos (contando com apoio da mídia e dinheiro público) pode então receber tal discurso dizendo: “não gostei”. Entenderam? Este é o critério para se determinar o que é homofobia ou não.

E como isto pode representar um perigo inclusive para os próprios homossexuais? Ora, basta que um homossexual diga algo contrário à “consciência coletiva” dos gays organizados para ser enquadrado como um sujeito que sofre de “homofobia internalizada”. Por exemplo, um homossexual que não seja efeminado, ou não goste de usar roupas extravagantes ou não tenha um comportamento social suficientemente bizarro, ou seja, que não faz parte do “modelo de gay” imposto por essa militância homossexual, então o sujeito sofre de “homofobia internalizada”.

Neste “artigo científico” citado anteriormente, podemos ver claramente alguns desses “critérios”. Se você se encaixa em um desses “parâmetros”, então você sofre, segundo os autores, de “homofobia internalizada”. Os comentários em vermelho são meus.


Escala de “avaliação” da “homofobia internalizada”

1. Sinto muitas vezes que é melhor evitar um envolvimento pessoal ou social com outros homens gays ou bissexuais. (Ou seja, se você evita um sujeito, mesmo ele sendo repugnante e asqueroso você é homofóbico).

2. Já tentei deixar de me sentir atraído por homens em geral. (Ainda estou para conhecer um gay que não tenha pensado nisso).
3. Se me dessem a oportunidade de ser completamente heterossexual, eu aceitaria. (E quem não aceitaria?).
4. Quem me dera não ser gay/bissexual.
5. Sinto-me alienado de mim próprio porque sou gay/bissexual.
6. Gostava de poder desenvolver mais sentimentos eróticos por mulheres.
7. Sinto que ser gay/bissexual limita-me a nível pessoal.
8. Gostaria de arranjar ajuda profissional para poder mudar a minha orientação sexual de gay/bissexual para heterossexual.
9. Já tentei sentir mais atração sexual por mulheres.


Outro método de “avaliação”

1. Homens homossexuais obviamente efeminados fazem-me sentir desconfortável (E me fazem sentir desconfortável, isso não tem nada a ver!).
2. Prefiro ter parceiros sexuais anônimos (Tem gente que gosta!).
3. A vida seria mais difícil se eu fosse heterossexual.
4. A maioria dos meus amigos é homossexual/bissexual.
5. Não me sinto confiante para me “atirar” a um homem (Ou seja, se você não tem um comportamento abertamente PROMÍSCUO, então você sofre de homofobia internalizada).
6. Sinto-me confortável em bares gay.
7. Situações sociais com homens gays fazem-me sentir desconfortável.
8. Não gosto de pensar na minha homossexualidade/bissexualidade.
9. Quando penso em homens homossexuais/bissexuais, penso em situações negativas.
10. Sinto-me confortável ao ser visto em público com uma pessoa explicitamente gay.
11. Sinto-me confortável ao falar sobre homossexualidade num local público (Se você é um cara reservado, você sofre de “homofobia internalizada”).
12. É importante para mim controlar quem sabe da minha homossexualidade (Idem acima).
13. A maioria das pessoas tem reacções negativas à homossexualidade.
14. A homossexualidade não é contra a vontade de Deus.
15. A sociedade ainda pune as pessoas por serem gays ou bissexuais.
16. Eu protesto se contarem alguma piada contra homossexuais na minha presença (Que coisa ridícula).
17. Preocupo-me com o meu envelhecimento sendo homossexual/bissexual.
18. Preocupo-me com o deixar de ficar atraente.
19. Preferia ser mais heterossexual.
20. A maioria das pessoas não discrimina os homossexuais.
21. Sinto-me confortável com a minha homossexualidade/bissexualidade.
22. A homossexualidade é moralmente aceitável.
23. Não estou preocupado com que descubram que sou gay/bissexual.
24. A discriminação dos homossexuais ainda é comum.
25. Mesmo que pudesse mudar a minha orientação sexual, não mudava.
26. A homossexualidade é tão natural como a heterossexualidade.

Ahmadinejad: manifestante gay consegue driblar segurança

Rodrigo Range da Agencia Estado

BRASÍLIA - Num de seus últimos compromissos oficiais em Brasília, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, assistiu ao protesto solitário e silencioso de um integrante de um grupo gay de Brasília. A menos de cinco metros de Ahmadinejad, Júlio Cardia, 25 anos, conseguiu erguer um cartaz e a bandeira do movimento gay.

O protesto se deu na sala onde Ahmadinejad concedia entrevista coletiva, no hotel em que estava hospedado, um dos mais luxuosos da cidade. Cardia conseguiu driblar a segurança, sentou-se no fundo da sala e, quando a entrevista já estava perto de terminar, levantou o cartaz, que foi prontamente arrancado de suas mãos pelos agentes iranianos. Em seguida, ele desfraldou a bandeira do arco-íris. Foi retirado da sala na sequência.

Funcionário de uma empresa de serviços em Brasília, Cardia faltou ao trabalho nesta segunda-feira, 23, só para acompanhar os passos de Ahmadinejad na cidade. Semanas antes, ele se juntara a representantes das comunidades judaica e baha’i para organizar os protestos. Juntos, conseguiram mobilizar cerca de 200 pessoas, mas nenhum deles chegara tão perto do líder iraniano.

"Não aceitamos que pessoas como nós, gays, estejam sendo esquartejadas no Irã", disse Cardia, já do lado de fora. O cartaz que ele carregava trazia a inscrição "Pela vida dos gays, contra Ahmadinejad". Cardia afirmou que seu grupo pretendia realizar um protesto maior na faculdade particular onde, horas antes, Ahmadinejad teria um encontro com estudantes. O encontro foi cancelado de última hora depois de as autoridades brasileiras alertarem a segurança do presidente iraniano sobre a vulnerabilidade do lugar.

Pouco antes da manifestação, Ahmadinejad respondera à pergunta de um repórter sobre os protestos dos homossexuais à sua presença no Brasil. Sem entrar em detalhes nem repetir sua convicção de que o homossexualismo põe em risco o futuro da humanidade, ele tergiversou: "Nós achamos que as pessoas estão livres para expressar suas ideias. No Brasil existe essa liberdade, e no Irã também".

Em outra questão afeta aos direitos humanos, o presidente iraniano se eximiu de responsabilidade pela prisão de três americanos que ultrapassaram a fronteira do Iraque com o Irã e seguem presos por ordem de Teerã. Disse que a decisão de libertá-los ou não cabe ao Judiciário. "Cada país tem seus regulamentos", declarou. Os americanos estão presos sob suspeita de espionagem. Ahmadinejad negou que sua declaração, pronunciada mais cedo no Itamaraty, de que o Irã está pronto para ampliar a produção de urânio enriquecido, seja uma ameaça aos governos do Ocidente que condenam o projeto atômico do Irã.

"Não tem nenhuma ameaça, foi uma notícia só", afirmou. Ele defendeu que países como Irã e Brasil tenham liberdade para desenvolver projetos nucleares para fins pacíficos e, sem avançar sobre o tema, admitiu a possibilidade de um acordo com o Brasil nesse setor. Indagado pelo Estado se o Irã estaria preparado para um eventual ataque militar dos Estados Unidos ou de Israel, Ahmadinejad disse, enfático: "Eles não têm coragem de praticar isso". "Nós achamos que a era dos ataques militares já chegou ao seu fim.

Hoje já é tempo de diálogo. Armas e ameaças pertencem ao passado, até para as pessoas atrasadas mentalmente, aquelas a que você se referiu (EUA e Israel)", afirmou. Dias após o presidente Lula receber o presidente de Israel, Shimon Peres, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, e ambos terem responsabilidade o grupo radical palestino Hamas pela escalada de violência na região, Ahmadinejad defendeu a unidade na Palestina.

"Temos relações com o governo do presidente Abbas e também com o Hamas, que têm embaixadores no Irã, e estamos interessados em que a Palestina seja unida e resolva suas questões através do consenso", disse.

O presidente iraniano disse ser a favor de um referendo para que "cristãos, judeus e muçulmanos decidam sobre seu destino", acrescentando que bombardeios ou mesmo consensos políticos não são capazes de resolver o problema.

De raspão, Ahmadinejad voltou a tocar num tema que custou caro a sua imagem nos últimos tempos. Disse que os palestinos não foram responsáveis pelo que se define como Holocausto e que, por isso, não podem pagar sozinhos "por um crime que foi cometido na Europa". Ele disse que, a partir de agora, o assunto da Palestina passa a fazer parte da agenda bilateral do Irã com o Brasil.

Referências

ESTADÃO. Ahmadinejad: manifestante gay consegue driblar segurança. RANGE, Rodrigo: 24/11/2009. Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,ahmadinejad-manifestante-gay-consegue-driblar-seguranca,470962,0.htm. Acesso em: 24/11/09

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

"TV Magia" entrevista representante do Ministério do Turismo Cubano

Da mesma forma que é essencialmente ridículo crer na existência de um general nazista que não soubesse o que estava acontecendo com os judeus durante o holocausto, ou de um líder soviético que não tivesse conhecimento sobre os campos de concentração na Sibéria, é também ridículo ver um membro do governo cubano dizer que em Cuba os homossexuais são bem-vindos!


Não é a cumplicidade imoral deste membro do "governo" cubano em relação aos assassinatos, torturas e outros crimes cometidos contra gays naquele país que nos espanta. Não nos espanta também que os comunistas de Cuba agora implorem de joelhos para receber o dinheiro gay proveniente de suas atividades turísticas. O que nos espanta é as pessoas (sobretudo homossexuais) acreditarem nesse tipo de discurso.

Para quem gosta de apreciar mentiras, recomendamos assistir ao vídeo a seguir, onde é possível pode ver o representante do Ministério do Turismo Cubano soltando “pérolas” como: “não há discriminação em Cuba”, “não há repressão”, e "Cuba é pura expressão da liberdade e satisfação”.


sábado, 21 de novembro de 2009

A visita do crápula iraniano é um insulto ao Brasil que presta.

Nações não têm amigos, têm interesses, ensina o verbete do manual do cinismo que justifica a existência de relações diplomáticas e comerciais entre países democráticos e paragens comandadas por liberticidas de nascença, assassinos patológicos e outras aberrações da espécie. Não é uma norma edificante. Pois a inversão dos predicados pode tornar as coisas ainda mais abjetas, ensina a política externa da Era Lula. Desde 2003, O Brasil têm amigos, escolhidos por um presidente cujos interesses não têm parentesco com o que interessa à nação.

Com a desenvoltura arrogante que só a certeza da impunidade dá, Evo Morales expropriou bens da Petrobras na Bolívia, Rafael Correa prendeu engenheiros da Odebrecht no Equador, Hugo Chávez tranformou em estalagem o prédio da embaixada em Honduras, Fernando Lugo exige a remoção dos alicerces do Tratado de Itaipu. Lula reagiu a tais agressões à soberania que jurou defender com tapinhas nas costas e falatórios de comparsa. Amigos merecem cuidados especiais e muito carinho.

Pelos padrões civilizados, o iraniano Mammoud Ahmadinejad é um fanático perigoso, acampado na chefia de um regime primitivo, que reprime opositores com ferocidade, frauda eleições, condena homossexuais à morte, nega às mulheres direitos elementares, sonha com o regresso às cavernas. Para Lula, é um amigo ─ dele e, por consequência, do Brasil. E assim será recebido nesta segunda-feira, em Brasília, pelo anfitrião que, dramaticamente ignorante em geopolítica, de novo escolheu o lado errado.

“Eu disse ao Obama, ao Sarkozy e à Angela Merkel que a gente não vai trazer o Irã para boas causas se a gente ficar encurralando ele na parede”, gabou-se Lula nesta semana. “É preciso criar espaços para conversar”. O monoglota que precisa de um tradutor até para conversas em português acha que lhe bastam 15 minutos para que Ahmadinejad cancele o programa nuclear, apaixone-se por Israel, debulhe-se em lágrimas pelos 6 milhões de judeus assassinados pelo Holocausto que até agora nega ter existido e vire torcedor do Corinthians.

Chegou a hora de retribuir às muitas gentilezas que lhe fez, imagina o amigo brasileiro. Multidões de manifestantes protestavam no Irá contra as evidências de fraude eleitoral, a contagem dos votos não terminara e a dos mortos mal começara quando Lula resolveu intrometer-se na crise do outro lado do mundo. ”Eu não conheço ninguém, a não ser a oposição, que tenha discordado da eleição do Irã”, pontificou o cara. ”Não tem número, não tem prova. Por enquanto, é apenas uma coisa entre flamenguistas e vascaínos”.

Ao reducionismo de jardim da infância, adicionou o raciocínio de colegial repetente: ”O presidente Ahmadinejad teve uma votação de 62,7%. É um número muito grande para a gente imaginar que possa ter havido fraude”. No Brasil, comparou, suspeitas de fraude geralmente ocorrem quando a diferença de votos entre os candidatos é de 1% ou 2%. Ele certamente ignora que Saddam Hussein não admitia ser reconduzido à presidência do Iraque com menos de 100% do eleitorado.

A notícia de que a repressão policial já causara 69 mortes não inibiu o improvisador incontrolável. ”Há uma oposição que não se conforma”, explicou. ”O resultado desse conflito são inocentes morrendo, o que é lamentável e inaceitável por parte de qualquer democrata do mundo”. Estaria Lula incluindo o Irã no universo das democracias? “Cada país estabelece o regime democrático que convém ao seu povo”, desconversou. ”É uma decisão soberana de cada nação”. Só não vale para Honduras.

A visita de Ahmadinejad é um insulto ao Brasil que presta e, sobretudo, uma afronta aos incontáveis judeus que escaparam do horror e julgaram encontrar aqui o abrigo seguro. “Não estou preocupado com judeus e árabes”, desdenha Lula. ”Estou preocupado com a relação do Estado brasileiro com o Estado iraniano”. O presidente acha que está recebendo um amigo árabe. Não sabe sequer que os nativos do Irã são persas.

Persa ou árabe, o visitante jamais seria bem-vindo. Porque Mammoud Ahmadinejad é, antes de mais nada, um crápula.


Imagens reais de homossexuais sendo enforcados no Irã.




Referências:

DE OLHO NA MÍDIA. A visita do crápula iraniano é um insulto ao Brasil que presta. NUNES, Augusto: 18/11/2009 - Publicado na revista Veja. Disponível em: http://www.deolhonamidia.org.br/Publicacoes/mostraPublicacao.asp?tID=487&from=Mailing . Acesso em: 21/11/2009.

DAILY MAIL. Gays should be tortured and hanged, says Iranian minister meeting British MPs. Disponível em: http://www.dailymail.co.uk/news/article-493570/Gays-tortured-hanged-says-Iranian-minister-meeting-British-MPs.html. Acesso em: 21/11/2009.

GBM NEWS. Iranian spared from noose for alleged sodomy. STUCKEY, Mike: 16/11/2007. Disponível em: http://www.gbmnews.com/articles/1977/1/Iranian-spared-from-noose-for-alleged-sodomy/Page1.html . Acesso em: 21/11/2009.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ahmadinejad - um nome no qual devemos estar atentos

Ocorreu em São Paulo uma manifestação contra o "presidente" do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e este blog reafirmou seu apoio, não apenas com a população iraniana acuada, mas também com os judeus. Como homossexuais, não podemos ficar em silêncio diante esta situação bizarra em que a ABGLT apoia o PT e o PT apoia o Irã. Desde a "revolução" iraniana, mais de 4000 homossexuais morreram naquele país e isto ainda continua sendo feito de maneira descarada e criminosa, sendo amplamente apoiado pelo Ahmadinejad e seus "revolucionários". A revolução é, bem como seu posicionamento anti-ocidente e anti-libertário, o que desperta interesse do atual governo brasileiro naquele país. O Irã, assim como Cuba, em nada representa como contribuição às exportações brasileiras e não há absolutamente nenhuma justificativa para a presença deste assassino aqui no Brasil, senão o apoio político entre revolucionários do PT e do Oriente Médio.

Apesar de, pelo menos nominalmente, ter recebido o apoio da ABGLT, a entidade judaica que organizou o protesto do último dia 15 de novembro não contou com a presença de mais do que 1000 participantes. Este número poderia ter sido bem maior se todos os homossexuais soubessem de fato o que este homem representa a nós: uma ameaça gravíssima. Infelizmente, no entanto, parece este blog ser a única fonte de informação criada por gays que tenta repassar, a este público, a clareza do perígo que representa este homem-genocída.




Recomendamos a re-leitura do artigo Realidade Islamica: http://gaysdedireita.blogspot.com/2009/10/realidade-islamica.html

sábado, 14 de novembro de 2009

Venezuela segue Cuba e promove perseguição a gays

Em uma ação que imita descaradamente as ações “revolucionárias” contra homossexuais cubanos, na Venezuela agora se promove o mesmo.

No dia 9 de novembro deste ano, Yonatan Matheus e Omar Marques, da organização LGBT “Venezuela Diversa”, foram presos enquanto tentavam filmar ações policiais num ponto de encontro conhecido entre os gays de Caracas.

Nesta ocasião, a polícia prendeu 19 pessoas, das quais 11 eram menores, confiscando suas identidades e seus celulares, promovendo abusos morais (xingamentos), além de agredi-los fisicamente. Omar conseguiu esconder seu celular e entrar em contato com amigos. Dois homens heterossexuais estavam no local foram também presos, o que leva a crer que tais prisões foram feitas arbitrariamente, a pretexto de oprimir as pessoas. Apesar disso, estes homens heterossexuais foram tratados “respeitosamente”, segundo informou, em nota, a International Gay and Lesbian Human Rights Commission (IGLHRC), entidade americana voltada aos direitos homossexuais.

Os ativistas foram abandonados no meio de uma rodovia, conhecida como “Francisco Fajardo”, e tiveram que voltar à pé para a cidade de Caracas. O resto dos detidos foram levados a um quartel da “Policaracas” (uma unidade de membros das forças armadas e da polícia venezuelanas fiéis à ditadura chavista). Horas depois, estes puderam entrar em contato com membros de ONGs e explicar o que estava acontecendo.

A mesma nota da IGLHRC informa ainda que esta ação é “mais uma entre tantas” que vem ocorrendo na Venezuela, sob a campanha “Operação Caracas Segura”, objetivando reduzir a criminalidade. Assim sendo, não temos outro motivo senão pensar que a homossexualidade JÁ É CRIME NA VENEZUELA, embora lamentavelmente haja homossexuais esquerdistas aqui no Brasil que defendem amplamente a ditadura chavista, que se sustenta sob a bandeira de lutar contra o que eles chamam de “imperialismo yankee”.

Finalmente, a IGLHRC condena tais ações afirmando que tais detenções são arbitrárias até mesmo segundo os parâmetros internacionais de direitos humanos acerca dos direitos à vida e à segurança, de ser livre de detenções arbitrárias, da tortura ou da crueldade, punições ou tratamentos degradantes e anti-humanos, direito a viver sem ser discriminado, ser tratado com igualdade perante à lei, além das liberdades de expressão e também o acesso aos defensores dos direitos humanos.

Observação:

Na foto, pode-se ver uma (enganosa) propaganda política chavista, na qual afirma que “participação, democracia e cristianismo é socialismo”. Logo abaixo segue as orientações católicas sobre como proceder com pessoas homossexuais:

“Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. [...] Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta.” (SITE DO VATICANO)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

"O cuidado pastoral das pessoas homossexuais" sob a visão de Andrew Sullivan

Visando difundir conhecimentos sobre os documentos do Vaticano acerca da homossexualidade (para melhor compreensão do assunto tal como é visto pela Igreja), e também a opinião de autores homossexuais sobre o assunto, resolvemos aqui publicar opinião de Andrew Sullivan (católico e gay assumido, ex-editor da revista The New Republic) sobre um documento [1] elaborado em 1986 pelo cardeal Joseph Ratzinger, atual Papa Bento XVI. Sullivan, em seu livro [2], discorre as seguintes ideias:


'Portanto não surpreende que, uma década após este documento de 1975, a Igreja [Católica] tenha achado necessário abordar o assunto de novo. O problema poderia ser resolvido, é claro, por uma simples reversão à posição antiga, a posição mantida pelas Igrejas protestantes fundamentalistas, de que o homossexualismo é uma horrível tribulação que afeta os heterossexuais, à qual se deve resistir e que pode ser curada. Porém, a Igreja Católica negou-se obstinadamente a voltar atrás na sua afirmação quanto à ocorrência natural de homossexuais constitutivos, assim como à sua compaixão por eles e sua sensibilidade quanto às vicissitudes que enfrentam. Num comunicado de 1986 do cardeal Joseph Ratzinger, “O cuidado pastoral das pessoas homossexuais”, esse tema é aprofundado, começando pelo próprio título.



Para alguns, o uso do termo “pessoa homossexual” num texto católico pode parecer uma banalidade. Porém o termo “pessoa” constitui, para a doutrina moral católica, uma profunda afirmação da humanidade, dignidade e valor do indivíduo. Ele evoca toda uma gama de direitos e necessidades; reflete o reconhecimento, pela Igreja, de que uma pessoa homossexual merece exatamente a mesma preocupação e compaixão que uma pessoa heterossexual, tem os mesmos direitos como ser humano e é igualmente valiosa aos olhos de Deus. Essa idéia estava implícita, no documento de 1975, mas nunca fora usada. Aqui estava ela, onze anos depois, incluída no próprio título.


As implicações disso transparecem em todo o texto. O homossexualismo, longe de ser algo não mencionável ou inerentemente repulsivo, é discutido com franqueza e sutileza. Merece cuidadosa atenção: “o fenômeno do homossexualismo, complexo como é, e com suas muitas conseqüências para a sociedade e para a vida eclesiástica, é um foco adequado para o cuidado pastoral da Igreja. Ele requer de seus ministros um estudo atento, uma preocupação ativa e um aconselhamento honesto, teologicamente bem equilibrado”. A natureza não escolhida do homossexualismo é elaborada agora em toda a sua dimensão moral: “a inclinação particular da pessoa homossexual não é um pecado”. Mais ainda: as pessoas homossexuais, afirma-se, “com freqüência são generosas e altruístas”.


Então, numa espantosa concessão, a Igreja [Católica] passa a invocar seus costumeiros argumentos em defesa da dignidade humana, agora em defesa da dignidade homossexual: “é deplorável que pessoas homossexuais tenham sido, e ainda sejam, objetos de violenta animosidade em palavras ou ações. Tal tratamento merece condenação dos pastores da Igreja onde quer que ocorra. Ele revela uma desconsideração pelos outros que põe em perigo os princípios mais fundamentais de uma sociedade sadia. A dignidade intrínseca de cada pessoa deve sempre ser respeitada, na palavra, na ação e na lei”. Em outras passagens, o documento refere-se à “dignidade e valor dados por Deus” da pessoa homossexual; considera a opinião de que as pessoas homossexuais são sexualmente compulsivas “uma suposição sem fundamento e degradante”; e argumenta que “a pessoa humana, feita à imagem e semelhança de Deus, não pode ser adequadamente descrita por uma referência reducionista à sua orientação sexual”.


Por que essas afirmações são espantosas? Porque revelam o quanto, em meados da década de 80, a Igreja absorvera a visão do documento anterior acerca do caráter involuntário do homossexualismo e tivera a tenacidade de levar esse ensinamento até sua conclusão lógica. Aqui a Igreja postou-se solidamente contra a intolerância, contra a depreciação dos homossexuais – seja por ataques verbais e violência anti-gay, seja pelas tentativas pró-gay de reduzir os seres humanos a um só aspecto de sua personalidade. Ao negar que a atividade homossexual seja totalmente compulsiva, a Igreja também abriu as portas para todo um universo de discussão moral sobre o comportamento homossexual ético e não ético, em vez de simplesmente descartá-lo como algo uniformemente patológico. Aquilo que em 1975 fora “uma constituição patológica julgada incurável”, tornou-se, onze anos depois, uma “pessoa homossexual”, “feita à imagem e semelhança de Deus”.


Assim, em um sentido, a Igreja aprofundara muito sua compreensão quanto ao caráter involuntário do homossexualismo, à necessidade de compreendê-lo, à necessidade de cuidar das pessoas homossexuais, à dignidade das pessoas que são constitutivamente homossexuais. Mas essa é apenas uma metade da história. A outra metade é que, simultaneamente, ela aprofundou e fortaleceu sua condenação em qualquer atividade sexual homossexual. Em 1986, os ensinamentos que proibiam qualquer possível aprovação dos atos sexuais homossexuais eram muito mais categóricos do que antes. O cardeal Ratzinger conduziu a Igreja em duas direções simultâneas e opostas: por um lado, um maior respeito e compreensão pelas pessoas homossexuais; por outro, uma rejeição mais rígida de quase tudo que essas pessoas porventura fizessem para se expressar sexualmente.


No início do documento de 1986, Ratzinger corajosamente enfrentou o paradoxo central: “na discussão que se seguiu à publicação da declaração [de 1975] [...] deu-se uma interpretação excessivamente benigna à condição homossexual em si, sendo que alguns chegaram a considerá-la neutra ou até mesmo boa. Embora a inclinação particular da pessoa homossexual não seja um pecado, é uma tendência mais ou menos forte dirigida para um mal moral intrínseco; assim a própria inclinação deve ser vista como um distúrbio objetivo”. Em outros trechos, o argumento bíblico e o da lei natural contra as relações homossexuais são reiterados com toda a clareza. Evitando sabiamente a natureza problemática do repúdio do Velho Testamento às relações homossexuais, Ratzinger concentra-se nas advertências de São Paulo contra o homossexualismo: “Em vez da harmonia original entre Criador e criaturas, a aguda distorção da idolatria levou a excessos morais de todo tipo. Paulo não é capaz de encontrar um exemplo mais claro dessa desarmonia do que as relações homossexuais”. Há também o simples argumento da lei natural: “É apenas na relação marital que o uso das faculdades sexuais pode ser moralmente bom. Portanto, uma pessoa que se envolve num comportamento homossexual age de maneira imoral”. A questão da procriação é fortalecida por um argumento sobre a união natural, “a união complementar capaz de transmitir a vida”, que é o casamento heterossexual. O fato de que o sexo homossexual não pode ser parte disso significa que ele “distorce o chamado a uma vida de altruísmo que, segundo o Evangelho, é a essência da vida cristã”. Assim, a “atividade homossexual” é inerentemente “auto-indulgente”. A atividade homossexual, afirma o documento numa referencia velada à AIDS como forma de punição aos homossexuais, é “uma forma de vida que constantemente ameaça a destruí-los”.


Aqui temos um verdadeiro arsenal de argumentos. O bombardeio de palavras dirigido contra a “atividade homossexual” que o documento sempre associa ao sexo homossexual, é ainda mais notável porque ocorre, como já vimos, num documento que em outros trechos foi mais longe do que se poderia imaginar na aceitação dos homossexuais no coração da Igreja e da humanidade. O documento nos pede, ao que parece, que amemos o pecador mais profundamente do que nunca, mas odiemos o pecado ainda mais apaixonadamente. Contra essa exigência a maioria dos católicos homossexuais já travou, em algum momento, um angustioso combate.'

(para ler o documento católico na íntegra, acesse o link nas 'referências')




Referências:


[1] VATICANO. Congregation for the doctrine of the faith – letter to the bishops of the Catholic Church on the pastoral care of homosexual persons. RATZINGER, Joseph: 1/10/1986. Disponível em: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19861001_homosexual-persons_en.html. Acesso em: 13/11/2009.


[2] 1. SULLIVAN, Andrew. Praticamente normal – uma discussão sobre o homossexualismo. 1ª. ed. Editora Companhia das Letras, São Paulo, 1996.

Enquete do blog termina com vitória do “NÃO”

Enquete feita nesta semana pelo blog GAYSDEDIREITA, iniciada no sábado e terminada na quarta-feira, revelou, entre os que votaram, que 63% dos votantes são contra o PLC 122/06, enquanto que 37% são a favor do projeto.



A enquete foi amplamente divulgada pelo Twitter e por emails, contando inclusive com a colaboração voluntária de alguns fãs que acompanham este blog. Até a meia noite de terça-feira, quando ainda faltava 10 horas para o encerramento da enquete, apenas um total de 28 pessoas votaram, e o “NÃO” estava absolutamente à frente com 86% dos votos (6 de homossexuais e 19 de heterossexuais). Naquele momento, o “SIM” representava apenas 14% dos votos (2 de homossexuais e 2 de heterossexuais). Entretanto, nestas últimas horas restantes, ocorreu um aumento de acessos neste blog, sendo que até o fim da votação foi acrescentado mais 12 votos de homossexuais a favor do projeto e mais dois votos contrários (gay e hetero, um de cada), chegando ao resultado como mostra a figura acima.

Apesar disso, só o fato da enquete não ter sofrido “apagão”, como tem sido no site do Senado que inclusive reiniciou a contagem várias vezes, já é digno de comemoração. Evidentemente a totalidade dos votos não representa a população, e houve uma quantidade pequena de votos, mas apesar disso a enquete revela haver divergência de opinião, sobretudo entre os próprios homossexuais. Segue abaixo maiores detalhes.

 
Pergunta da pesquisa: “Você, cidadão brasileiro, gay ou hetero, é a favor do PLC122/06?”

 
Tipos de respostas:

  • Sou homossexual e SOU A FAVOR do projeto
  • Sou heterossexual e SOU A FAVOR do projeto
  • Sou homossexual e NÃO SOU A FAVOR do projeto
  • Sou heterossexual e NÃO SOU A FAVOR do projeto

 
O blog GAYSDEDIREITA agradece a participação de todos!

 

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Discussões sinistras

Será que os homossexuais, e o público em geral, realmente sabem o que está sendo discutido dentro da “militância” gay? Será que têm pleno conhecimento de quem faz parte desta militância? Como ela se articula com partidos políticos e como se financia? O que dizem e o que pretendem? Acho que não. Por esta razão resolvemos publicar aqui três assuntos "simbólicos", abordados de forma chocante na Listagls, o principal ponto de encontro virtual destes ativistas, na última semana: “aidsfobia”; declaração aberta de que os números de participantes das paradas são fraudados; e, por último, uma campanha para proibir a Bíblia para menores de idade.


Aidsfobia


Argumentando sobre os aspectos positivos de um novo método que permite maior agilidade no diagnóstico da presença do vírus HIV no sangue, um militante gay vinculado ao PT considera oportuno agregar às paradas gays uma campanha contra a “aidsfobia”. Entretanto, como veremos a seguir, ele não está apenas se referindo ao combate ao preconceito a pessoas vivendo com HIV ou AIDS. Trata-se, na verdade, de uma arma psicológica muito bem elaborada.

Aidsfobia, conforme definido por ele, é um sentimento de nojo em relação a pessoas soropositivas. Mas não é apenas isso. Por exemplo, um casal formado por um indivíduo contaminado e outro não contaminado: caso estes não façam sexo entre si, então há “aidsfobia”. O mero sentimento de autopresevação é então apontado pelo ativista como um gesto “criminoso” proveniente do preconceito. Num email enviado à Listagls em 20/10/09, o autor afirma:
 
“Quantos Gays, Bi deixam de amar repentinamente e se recusam a fazer sexo com a pessoa amada quando descobrem que a pessoa tem HIV? Quantos Gays, travestis e HSH morrem de medo de declarar sua sorologia, com medo de ser excluído da roda de amigos, da família, dos amores, dos ambientes sociais LGBT?”
 
No entanto, o que parece incomodar esse ativista socialista é o sentimento de auto-preservação que as pessoas possuem naturalmente, por instinto, além dos valores morais de proteção à vida que permeiam nossa sociedade. No email em questão, o autor implicitamente coloca o sexo como uma “instituição sagrada” dos homossexuais, de forma que, por qualquer motivo, o individuo parar de fazer sexo, não é mais homossexual (imagino que vários evangélicos e cristãos tradicionalistas concordariam com o ativista neste aspecto – eu não!). Ainda segundo este e-mail:
 
“Nossa comunidade de Gays, travestis e HSH é mais afetada pelo HIV. E sofre com a Homodobia [1] e com a AidsFobia entre seus pares.”
 
Ora, se a AIDS justamente existe porque as pessoas são promiscuas, como “mais” promiscuidade pode ser a solução para este problema? É como jogar gasolina para acender uma fogueira e depois jogar mais gasolina ainda na tentativa de apagar as chamas. É uma idéia incoerente, mas o militante não demonstra muita preocupação com a lógica. Na verdade, a pregação em defesa da castidade pelas instituições cristãs (principalmente a católica) é algo que irrita a mentalidade revolucionária. Este ativista não se contenta com o sofrimento e mortes geradas pela AIDS, e menos ainda com o que vem a ser a solução ideal (castidade). Já está mais do que provado, e qualquer um que tenha utilizado a camisinha sabe, que este instrumento não é “100%” seguro. E, por uma questão estatística, quanto mais sexo se faz, maiores as chances de se contrair o vírus HIV. Dessa forma, as propostas deste ativista são, na verdade, assassinas e anti-humanas.
 
 
 
Números de participantes das paradas gays são fraudulentos
 
Em outra mensagem enviada à Listagls, no dia 3/11/09, uma pessoa afirma:
 
“É evidente que a Parada de São Paulo não tem 3 milhões, é lógico que não cabem 1,7 milhão de pessoas no apertado centro de Madureira. A Parada de Copacabana foi um mega sucesso. Conseguiu encher mesmo com chuva. Mas é impossível que tivesse mais de 200 mil pessoas. [...] Sugiro que o movimento abandone essas contagens alucinadas (que chegam a dar 1,5 milhão de pessoas em Belém, número quase igual ao Círio de Nazaré que atrai gente do Brasil inteiro). [2]
 
Um militante gay de esquerda logo responde ao e-mail:
 
“As estimativas de nossas paradas viraram esculhambação geral promovida pelos próprios militantes de alguns grupos que não tomam simancol, e que por ma fé ou incompetência, associada a vaidade descontrolada, exageram nas estimativas de suas paradas. Já fui em parada do interior da Bahia e de outros estados que tinham 5 mil pessoas, calculada do alto do trio elétrico, e os organizadores diziam que tinha 20 mil. REDICULO.” [3]
 
As afirmações acima dispensam comentários.
 
 
 
Campanha “Bíblia ara maiores”
 
Em 31/10/09, a proposta seguinte foi mencionada por um militante em uma mensagem encaminhada à referida lista:
 
“Por que não começar uma campanha solicitando que a Bíblia seja classificada como um livro somente para maiores de 18 anos e seu acesso a menores de idade fosse restrito, como o é o álcool, o fumo, revistas pornôs, etc.? Motivo? O que ela diz!
- A Bíblia tem incesto: Ló e suas filhas, Judá e Tamar
- A Bíblia tem estupro: A mulher de Juízes (que foi tb esquartejada), Judá e Tamar (de novo).
- A Bíblia tem homicídio: Caim e Abel, Davi e o antigo esposo de Bate-Seba, hebreus matando seus irmãos após a crise do Bezerro de ouro, a morte de Estêvão, a morte de Absalão.
- A Bíblia tem tortura: a paixão de Cristo.
- A Bíblia tem guerra e sangue: a tomada da Terra prometida (as mulheres grávidas tinham a barriga rasgada), a guerra contra os filisteus, a guerra civil de Israel contra a tribo de Benjamim, o Apocalipse.
- A Bíblia tem homofobia: a ameaça de estupro dos habitantes de Sodoma, as leis do Levítico.
- A Bíblia tem xenofobia: a destruição de Sodoma e Gomorra, a invasão de Canaã, egípcios x hebreus.
- A Bíblia tem machismo e misoginia: mulheres caladas na igreja, orientações de submissão feminina no casamento, a culpa de Eva por ter trazido o pecado (Paulo a usa).
- A Bíblia tem aprovação do trabalho escravo: o trato com os servos segundo o Novo Testamento.
- A Bíblia tem contato com demônios: o episódio dos porcos, a tentação de Jesus, Satanás em Jó.
Vocês acham que esse tipo de literatura é saudável para menores de 18 anos?
Por muito menos, filmes, séries, revistas e afins recebem classificação indicativa só pra maiores! Penso que conseguiremos apoio de entidades ateístas, inclusive."

Tal como na China comunista, país recordista em crimes contra os direitos humanos (começando com Mao-Tse-Tung, que matou mais de 60 milhões de chineses, no maior crime gerado pelo socialismo), onde a Bíblia também é proibida para menores de 18 anos.


Estamos assistindo a tentativas sistemáticas de destruição da moral judaico-cristã, uma estratégia “reformulada” de subverter a sociedade antes de esta ser tomada por grupos revolucionários (esquerdistas). Este movimento é resultado de um esforço que começou há décadas e persiste até hoje. Para saber mais sobre a influência disto na nossa sociedade, recomendamos esta palestra do Padre Paulo Ricardo sobre o “Marxismo Cultural”.


 
 
Notas
[1] o militante escreveu a palavra "homofobia" errado.
[2] os trechos negritados são do próprio autor da mensagem.
[3] grifos meus.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Passeata gay em Copacabana

Ipojuca Pontes - Artigo publicado originalmente no site Midia Sem Máscara.

Estas anotações (comprováveis) em torno da passeata Gay de Copacabana não são homofóbicas. Já escrevi uma peça de teatro sobre o tema, tenho amigos homossexuais e um empregado (Antônio, meu xará) a quem ajudo enfrentar dura luta contra o vírus do HIV. Mas a exploração indecente que os políticos e ativistas de esquerda vêm fazendo da "causa gay" é um crime.


Parada ou passeata gay? Parada - se as palavras ainda têm sentido - é, entre outras definições, formatura militar para revista; desfile de tropas de uma guarnição. Já passeata é uma marcha coletiva realizada em sinal de regozijo, reivindicação ou protesto cívico. Chamar a passeata gay realizada em Copacabana, dia 1º de novembro, de parada não tem o menor cabimento - ou tem, se o objetivo dos mentores do evento é confundir a opinião pública ou desmoralizar de vez as paradas militares, a exemplo do que tem feito Lula ao esvaziar em Brasília os desfiles das Forças Armadas em 7 de setembro.

A passeata gay de Copacabana começou no Posto Seis, por volta das 15h, sob chuva fina e persistente. Sua legenda: "Pelo direito de viver e amar livremente. Diga não à homofobia!". Em cima do palanque móvel envolto nas cores do arco-íris gay, o governador do Rio, Sérgio Cabral, acompanhado por Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente de Lula, além de familiares e figuras do showbizz, mostrou-se efusivo ao abrir o evento ao som do Hino Nacional, cantado pelo travesti Jane di Castro.

Em seguida, o mesmo travesti, como se fosse mestre de cerimônia entoou "Bom é Beijar", o hino oficial da Parada, e pediu aos presentes que, em contagem regressiva, se beijassem na boca, no que foi prontamente obedecido. Depois de muito beijar (a esposa, claro), o governador Cabral não conteve o entusiasmo: "O Brasil está avançando, a democracia se consolidou de vez, nos não podemos aceitar preconceitos. Antes de sair de casa, expliquei ao meu filho de 7 anos que um homem gostar de outro homem ou uma mulher gostar de outra mulher é uma opção de cada um, e que não cabe a ninguém interferir, nem o estado nem a sociedade".

Já o ministro do Meio Ambiente de Lula, o folclórico Minc - tachado de "veado e maconheiro" pelo governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli -, com o seu eterno colete florido, aproveitou a deixa de Cabral e mandou recado ao governador do Paraná, Roberto Requião (para quem o aumento da incidência de câncer na mama dos homens é "conseqüência das passeatas gays" e do "excesso de hormônios femininos devorados por eles para crescer os seios"), saiu-se com um novo slogan em defesa da causa: "Preconceito da câncer, faz mal à saúde e pode matar" - diagnóstico de pura retórica que, se por acaso real, teria fulminado o próprio Minc, ex-terrorista e assaltante de banco que parece odiar tudo que representa normalidade.

Em que consistiu a 14ª passeata gay de Copacabana, promovida com o apoio moral e financeiro do governo do Estado e prefeitura carioca?

No estrepitoso desfile de 16 caminhões com trios elétricos multicoloricos. Em torno de cada um deles evoluíam, lentamente, à distância relativamente pequena, grupos esparsos de uns 800 gays e lésbicas, todos arrastados pela fúria de uma trilha sonora (funk e "pauleira") de furar tímpanos e quebrar vidraças.

Os apreciadores da atmosfera decadente de "Blade Runner", ou do melancólico fim de "A Dolce Vita", não teriam do que reclamar, salvo a ausência completa da sofisticação do filme de Ridley Scott e do tom premonitório da obra de Fellini. De fato, o clima agonizante da passeata gay estava mais para as pornochanchadas de Pedro Rovai ou Osíris do Parsifal Figueroa, intensas nos seus requintes de grossura, promiscuidade e deboche.

Algumas cenas da passeata gay:

Cena 1) No asfalto escuro e molhado da Av. Atlântica um travesti, ao som da "dança do Créu", arrebitava o traseiro nu em movimentos circulares. Por trás dele, o "bofe" musculoso, de sunga fio dental e gravatinha estilo coelhinha da "Playboy", fazia com os quadris movimentos de brusca penetração anal, acelerados com o evoluir da cantoria debochada:

- "Não é mole não!... Créu, créu, créu!... Tem de ter disposição!... Créu, créu, créu, créu, créu!..."

No dueto "pornô", o travesti de traseiro empinado, ossudo e pálido como um cadáver embalsamado, vez por outra entrava em êxtase agonizante.

Cena 2) Em torno de outro caminhão de trio elétrico, onde se anunciava em "out door" que o "Rio de Janeiro é um Estado Laico", numa clara provocação à Igreja Católica que repudia a permissividade homossexual, uma roda de travestis, em contagem ascendente, aplaudia um longo beijo de língua entre duas lésbicas ("drag king"), sob os olhares de uma assistência (velhos, mães, crianças, etc.) basbaque.

Enquanto isso, na pista, em meio ao simulacro da orgia laica, um serviçal do evento, conduzindo no melhor estilo Papai Noel um saco volumoso, distribuía envelopes de camisinha entre os integrantes do desfile: - É grátis! É grátis!... - dizia, eufórico.

Cena 3) Mais adiante, no entorno de mais um trio elétrico em que se lia cartaz reivindicando "igualdade de direitos e a preservação da natureza", dois bofes rumaram ao calçadão, encharcados. Embora houvesse banheiro público, um deles tirou a "pistola" para fora da sunga e fez o serviço ali mesmo, em jatos circulares, defronte de todos. Como não tinha polícia, saí de perto para não ser "contemplado". Mas indaguei ao tipo, que tinha corpo malhado.

- Olha aí, rapaz: você é gay ou bofe?

- Qual é, meu camarada?... Pega leve. Vim aqui só faturar a grana das "bichinhas". Mas o que vier eu traço, 'tás sabendo?...

Numa "Edição Metropolitana" O Globo (02/11/09), que se especializou em sonegar a verdade dos fatos, informou que a passeata reuniu 2,5 milhões de pessoas, ressaltando que a PM não divulgou estimativa de público. Pura mentira. Não ultrapassou a 200 mil o número de pessoas presentes a passeata, entre espectadores e "manifestantes". Uns 300 mil, no máximo, como se pode verificar pela internet e em fontes insuspeitas da própria PM.

O saldo negativo de furtos, assaltos, brigas, etc., conforme declarado pelo Comandante do 19º BPM de Copacabana, Cel. Rogério Seabra, e o rastro de destruição dos sinais de trânsito das principais ruas de Copacabana (JB, 02/11/09) - estes, O Globo, por algum interesse mórbido, preferiu passar por cima. Ao cabo de tudo, Copacabana tinha sobrevivido a mais um ato de extravaganza. Todavia, o cenário era de sujeira, muito lixo, camisinhas pelas calçadas e o odor acre e ativo de urina, fezes e maconha.

Estas anotações (comprováveis) em torno da passeata Gay de Copacabana não são homofóbicas. Já escrevi uma peça de teatro sobre o tema, tenho amigos homossexuais e um empregado (Antônio, meu xará) a quem ajudo enfrentar dura luta contra o vírus do HIV. Mas a exploração indecente que os políticos e ativistas de esquerda vêm fazendo da "causa gay" é um crime. Na prática, tal atitude usurpa os recursos destinados ao tratamento do homossexual aidético (vide, por exemplo, a longa crise enfrentada pelo Gafrée e Guinle, antiga referência hospitalar no tratamento de Aids), promove a manipulação política (ideológica) do homossexualismo como claro instrumento eleitoreiro e, mais grave, a desagregação dos princípios éticos da sociedade. De outro modo, como conceber "investimentos pesados" do Estado num evento que procura explorar com requintes de permissividade bárbara a sexualidade invertida de minorias sexuais? Para explorar as divisas do turismo sexual do "segmento" gay?

Nem Fidel Castro, com toda a miséria econômica que se abate sobre Cuba, a ilha-cárcere, e o horror homicida que devota a gays e lésbicas, seria capaz de semelhante proeza.

Para concluir: ao ler o depoimento de como o governador do Rio ensinava a realidade da vida ao filho de 7 anos, um aposentado do infeliz bairro carioca assim se expressou: - "Esse Cabral não toma jeito. Ele devia ensinar ao filho que, depois de tirar o sossego e enganar os idosos de Copacabana, com uma conversa mole de apoio à 3ª idade, agora partiu para enganar os gays".

É isso aí.


Referências:

MIDIA SEM MÁSCARA. Passeata gay em Copacabana. PONTES, Ipojuca: 09/11/2009. Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/10257-passeata-gay-em-copacabana.html . Acesso em: 10/11/2009.

domingo, 8 de novembro de 2009

Padre Fábio de Mello - lidando com a homossexualidade.

Veja o carismático católico Padre Fábio de Mello falando sobre homossexualidade:





Transcrição:

"Padre Fábio", Maria Eva, ela quer saber como lidar com o homossexualismo dentro de casa. E tinha aqui também um rapaz de 22 anos, dizendo que ele é homossexual, que ninguém sabe, tá aqui: "Padre, me ajude pelo amor de Deus, eu sou homossexual, minha familia não sabe, já pensei em suicidio, pois sou uma pessoa muito infeliz. Tenho 23 anos."

Minha gente, o grande problema da homossexualidade, é que - eu não vou entrar no mérito do que é certo e do que é errado, todo mundo já sabe, nós ja falamos tantas vezes sobre isso aqui, não sou eu quem vou fazer o julgamento de ninguém, não me sinto no direito de fazer isso, todos nós temos as nossas fraquezas, todos nós temos as fragilidades, a sexualidade é uma questão muito complexa, a reflexão sobre o pecado a gente já falou sobre isso, ela ficou durante muito tempo em cima da questão da sexualidade, então, quando nós falamos de homossexualidade, parece que nós estamos falando do pior pecado do mundo, pelo amor de Deus, não é isso. Nós não podemos tratar essas questões com esse moralismo cego, que nos impede de ver o outro - o maior problema, como é que possamos lidar, Maria Eva, você que quer lidar com o homossexualismo dentro da sua casa? Primeira coisa, minha filha, não veja isso como a pior coisa do mundo. Uma mãe e um pai levam um filho à perdição no momento em que consideram a homossexualidade como a coisa mais vergonhosa. Não, primeira coisa, retire dos seus olhos esse preconceito horroroso, porque às vezes nós jogamos pessoas preciosas fora, por causa da opção sexual delas. Eu não tenho que fazer julgamento nenhum, sabe por quê? Porque é a conciencia dela, é ela que está administrando os afetos, é ela que sabe o que ela consegue renunciar e o que não consegue, é ela que está administrando as pulsões [?] sexuais dela.

Não sou eu quem vou chegar e dizer, "você tem que viver assim", "você tem que viver assado", a Igreja não faz isso também. A Igreja propõe, propõe, mas o que antes a gente precisa ter diante dos nossos olhos é que esta questão precisa ser administrada com amor e com misericórdia, porque senão nós perdemos a pessoa. Porque senão nós perdemos a pessoa e o pior: nós a matamos de um jeito muito trágico, o que não é retirar a vida não, minha gente, mas é perder o gosto pela vida. A gente encontra homossexuais, que fazem a opção pela castidade, e são pessoas que vivem o dilema, todos os dias porque isso não vai passar com o tempo. Bonito é você pensar, da mesma forma que um padre faz a opção pela castidade, como o homem casado faz a opção pela castidade, e mesmo estando casado, tudo isso é opção de renúncia, e há homossexuais que não fazem a opção pela castidade. Vivem a experiência de amar uma outra pessoa do mesmo sexo. Nós não estamos aqui para julgar, nós estamos aqui para dizer que quando você tiver este problema dentro da sua casa, que você tenha a sensibilidade de olhar esta pessoa, do mesmo jeito que Jesus olharia. Nós não temos absolutamente, nós não temos o direito de entregar a condenação a ninguém. Nós temos o direito de propor a reflexão, mas a decisão daquilo que ela reflete, está ali fora. Você não tem como obrigar o seu filho a viver aquilo que você quer para ele, da mesma forma como você tem que encontrar o jeito certo de estar ao lado do seu filho, no momento em que você descobre a homossexualidade dele. No momento em que você descobre a homossexualidade dela.

Outro dia encontrei, gente, uma senhora, que descobriu que todos os filhos dela eram homossexuais. E ela foi descobrindo aos poucos. E isso pra ela, pareceu assim, que o mundo caiu. E o que eu achei bonito no depoimento daquela mulher? É que ela me disse assim, "padre, no momento pensei que jamais conseguiria amar os meus filhos por causa do problema que eles tinham". E eu ouvia dos meus filhos: "mãe eu não escolhi ser assim, eu não escolhi gostar do mesmo sexo, mãe". É uma pulsão [?] que está desde o momento em que a criança é criança e se isso não é administrado - a psicologia consegue muitas vezes reorientar essa sexualidade, mas quanto mais cedo você descobre, essa tendencia da homossexualidade, mas fácil é de você reorientar - a psicologia acredita nisso. Mas o bonito do testemunho daquela mãe, minha gente, é ela dizendo assim: "padre, eu pensei que jamais seria capaz de poder olhar nos olhos deles, porque pra mim aquilo era uma vergonha, mas aos poucos eu fui descobrindo que o amor que eu tinha pelos meus filhos era infinitamente superior a qualquer pecado que eles pudessem cometer na vida".

Então, aquilo que eu considerava um pecado absoluto, absurdo, motivo de condenação, eu comecei a retirar aquele véu todo e pesado, que eu estava colocando sobre eles, e eu quis enxergá-los com os olhos da misericórdia, e eu podia, padre, ela me dizia, porque eu sou mãe deles. Não é nada difícil você amar um filho, por pior que ele seja. E aí a gente encontra testemunhos bonitos, de mães que conseguem acolher os filhos nessa condição, e que conseguem ser para eles um sinal bonito da misericórdia de Deus. Conseguem estabelecer com eles uma relação de amizade, de carinho. O que nós não podemos fazer, minha gente, é, por causa da opção sexual daquela pessoa, nós a desprezarmos, nós a dizermos que nós somos melhores, que você é melhor que o outro, não. E mesmo porque, as vezes, nós encontramos uma generosidade tão grande nessas pessoas, justamente por causa da dificuldade que elas tiveram de serem aceitas. É engraçado isso, eu não sou juíz, você não é juíz, eu não tenho direito de condenar o outro pela escolha que ele fez, nós não somos deuses, nós não somos autoridades divinas para poder falar "olha você está condenado", ou "você está a salvo", "você não pode fazer isso", o que nós podemos fazer é propor o que a Igreja diz e a reflexão está aí, ela está mais que dita, mais que explicitada, mas entre o que a Igreja diz e o seu coração de mãe permite, e o que é o que seu coração de mãe permite? Trazer o seu filho para perto de você. Não fazer desta condição, desta dificuldade que ele tem, desta luta que ele estabeleceu com a vida, fazer disto um motivo de jogá-lo fora. Mesmo porque, se é jogado fora, vira uma pessoa terrível. Se não é amado vira uma pessoa terrível, se é desprezado vira uma pessoa terrível. O amor ainda é o recurso que nos ajuda a recuperar as pessoas.

Eu pessoalmente acredito nisso, gente, eu não tenho nenhuma dificuldade de lidar com as pessoas, com as piores pessoas do mundo, porque eu sou uma delas. Quando eu olho para as piores pessoas do mundo, para as piores mesquinharias, eu não fico "nossa como essa pessoa é capaz disso", "nossa como aquela pessoa foi capaz de fazer aquilo", não. Sabe por quê? Porque eu sou humano e me vejo nela. Porque quantas vezes eu também fui capaz de fazer aquela atrocidade? Às vezes, eu vejo uma pessoa gritando, sendo mal educada, sendo grosseira, qual é o primeiro sentimento que eu tenho? Meu Deus, será que ela não tem vergonha de fazer isso? Será que ela não tem misericórdia com aquela que ela está humilhando? E antes de fazer isso, me vem outra coisa, e acho que é aquela luz que Deus acende em mim. Padre Fábio, você também já fez isso. Então, ao invés de condenar, de segregar, de jogar fora essa pessoa, pegue aquele exemplo para que você nunca faça isso também. E aqui neste caso, é bem isso, minha gente, nós não temos o direito de jogar as pessoas fora, por razão nenhuma, e foi justamente Jesus quem nos ensinou isso. A misericórdia de Jesus condensa também a justiça, mas a justiça deixa pra Ele. Pra nós, só resta a misericórdia. Eu prefiro muito mais errar sendo misericordioso, a errar sendo injusto. Então, o que me resta é o acolhimento, é apresentar a verdade, mas sobretudo, acolher aquela pessoa que vive aquela dificuldade [...]

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Gays condenados por “crimes no futuro” causa repercussões pelo mundo (menos no Brasil).

A confederação espanhola COLEGAS, entidade LGBT, condenou a sentença recebida pelos 6 homossexuais em Cuba, condenados por serem “suscetíveis a cometer crimes no futuro”, conforme já noticiou este blog. Segundo o site, a “pré-pena de periculosidade social” é uma acusação freqüentemente utilizada pelo governo para condenar cidadãos “cujo estilo de vida se distancia do ideal revolucionário, bem como para encarcerar dissidentes” na ditadura castrista.

“É inconcebível, do ponto de vista das liberdades fundamentais, que a polícia cubana exerça dons de adivinhação para ver quem poderá cometer um crime no futuro, [...] tais capacidades paranormais da revolução cubana são algo desconhecido na Europa, porém tais poderes poderiam ser empregados em ajudar a desesperada situação miserável do povo cubano, ao invés de ficar cerceando a liberdades”, ironizou Paco Ramirez, secretario de organização do COLEGAS.

“Agora, enquanto está em moda na Espanha a recuperação da memória histórica, não podemos esquecer que uma triste lei similar era aplicada na Espanha durante o regime franquista, a famosa Lei de Periculosidade Social, que criminalizava todas aquelas condutas que distanciavam-se da moralidade pública, e por ela milhares de homossexuais espanhóis foram detidos e condenados a penas de prisão como a reabilitação social”, adicionou. A organização denunciou, além disso, em seu comunicado sobre “a estratégia do regime totalitário de manipular e envenenar informações distribuídas ao mundo sobre falsas liberdades e direitos, levada a cabo por Mariela Castro, diretora do CENESEX (Centro Nacional de Educação Sexual)” e filha de Raúl Castro.

“Depois de vários anos publicitando um hipotético projeto de legalização dos casais homossexuais, que parece ter estacionado definitivamente, agora aparece como o anúncio das operações de re-designação sexual de transexuais cubanos, que esconde a realidade que apenas algumas poucas e ‘verdadeiras transexuais revolucionárias’ poderão se beneficiar do tal programa”, declarou Ramirez. “A diretora do CENESEX quer realizar o mesmo trabalho feito pela sua mãe (a falecida Vilma Espín) na área da mulher, criando a “Federação das Mulheres Cubanas”, controlar mediante um movimento artificial o engajamento de liberdades aparentes”. Daí, “nega-se o reconhecimento jurídico oficial a todas as organizações que não podem controlar”, indicou o COLEGAS.

A organização anunciou o início, em breve, de uma campanha de denúncia, chamada de "Los miércoles por la libertad en Cuba" (Quartas de Liberdade em Cuba), visando encorajar a embaixada de Cuba para se preocupar com os direitos fundamentais”.

Para se ter uma idéia da discrepância entre os fatos e aquilo que é comentado oficialmente pela ditadura cubana, recomendamos assistir este vídeo, mostrando o Ministro do Turismo de Cuba, falando que “não há discrimações e nem repressões” naquele país e que Cuba é “pura expressão de liberdade e satisfação”.


Referências

CUBA ENCUENTRO. Condenados seis homosexuales a penas de hasta tres años por 'peligrosidad predelictiva'. Disponível em: <http://www.cubaencuentro.com/es/cuba/noticias/condenados-seis-homosexuales-a-penas-de-hasta-tres-anos-por-peligrosidad-predelictiva-221017>;. Acesso em: 4/11/09.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Mais homossexuais são condenados em Havana

Por Aliomar Janjaque Chivaz, membro da Fundação Cubana LGBT Reinaldo Arenas e correspondente para o Blog Gays de Direita. Informado via email em 03/11/09.

CUBA - Seis rapazes homossexuais foram condenados nesta quarta-feira (28/10) pelo Tribunal Provincial de Boyeros a 2-3 anos de prisão por estarem suscetíveis a cometer um crime no futuro, disse por correspondência Guillermo Zalazar Gay, 34 anos de idade, gastrônomo e estudante de direito.

A lei aplicada aos detentos é conhecida como “El Peligro” (o perigo), destinada a prender os jovens que, segundo a polícia, poderiam cometer um crime no futuro. Estes jovens são citados pelo Chefe de Setor da comunidade, forçados a assinar uma ata de advertência e ameaçados a ir ao “paredón”, caso não mudem seus estilos de vida [1], concluiu a fonte.

Os jovens homossexuais condenados foram mantidos presos por um mês na Delegacia Policial Santiago de Las Vegas, localizada na Rua 1. Seus familiares não foram comunicados de forma oficial quanto à data do julgamento, segundo Justina Torres Medina, mãe de René Castell Medina, gay de 19 anos condenado a três anos de prisão junto com seu companheiro Damián Aracibia Touriño, de 21 anos de idade, natural da Ilha da Juventude e condenado também a três anos de prisão porque trabalhava como costureiro sem autorização do Estado, ressaltou a mãe de René.

Súchel, travesti de 22 anos de idade, com nome legal de Angel Besada, graduado em farmacologia e atualmente desempregado, relata:

“É verdade que o meu marido Eliseo Montalvo, de 25 anos, tinha recebido três atas de advertência por se relacionar com estrangeiros e por não trabalhar para o Estado. Mas, há cinco meses, ele estava trabalhando como assistente de manutenção na Escola de Instrutores de Arte de Boyeros. A acusação não levou em consideração sua revinculação ao trabalho e o condenou a dois anos de prisão, apesar de nosso advogado ter mostrado uma carta do Centro de Trabalho como prova de seu vínculo empregatício”.

Nenhum dos advogados que defendeu os jovens conseguiu colocá-los em liberdade ou ao menos reduzir as penas a eles impostas pela promotoria. Os seis advogados de defesa eram, na verdade, estudantes de direito exercendo ainda o período de prática (ou seja, com pouca experiência). Nenhum deles aconselhou seus clientes a recorrer às condenações caso não estivessem de acordo com elas, disse Manuel Menéndez, estudante de direito, membro do Coro de Advogados e Estudantes de Direito, que [também] negou a possibilidade de o julgamento ter sido “arranjado”, enfatizando que o procedimento da promotoria foi “plenamente coerente com o momento histórico que vive hoje a revolução cubana”.

Notas e Observações:
 
[1] Referindo-se a homossexualidade.
 
- Neste último parágrafo parecem contraditórias as duas afirmações do Manuel Menéndez, primeiro porque se ele afirmasse algo CONTRA a revolução acabaria sendo preso. Mas, ao afirmar que tais ocorrências (referindo-se à opressão) estão “coerente com o momento histórico que vive hoje a revolução”, na verdade, não há contradição nenhuma.

domingo, 1 de novembro de 2009

Urgente! Mais um gay prestes a morrer no Irã.


Irã - Nemat Safavi, com 21 anos de idade, foi sentenciado à morte pela Corte Juvenil em Ardebil, uma cidade no nordeste do Irã. Homossexuais no Irã estão sob a [ameaça de] pena de morte e perseguição pelo governo iraniano, simplesmente por ser homossexuais. Agora mais do que nunca precisamos de sua ajuda.

De acordo com o grupo Human Rights Activist no Irã, Nemat foi detido pelas autoridades iranianas quando então tinha 16 anos de idade, por causa de “atos homossexuais” (Lei Lavat). Foi sentenciado à morte depois de ter sido julgado num tribunal de Ardebil. O acusado passou algum tempo preso no “Centro de Retificação e Educação”, e agora está mantido preso numa divisão de jovens numa prisão de Ardebil. Uma última ação determinatória quanto ao destino de Nemat será feita pela Suprema Corte Iraniana. No entanto, nesses casos, a sentença freqüentemente se mantém a mesma.

O grupo ativista “Iranian Railroad for Queers Refugees” solicita a todas as organizações de direitos humanos para assumir este caso urgente. Solicita também que as pessoas escrevam, enfiam fax, telefonemas ou e-mail para a organização Human Rights Watch, Anistia Internacional e quaisquer outras organizações voltadas aos LGBT para apoiar Nemat e vigorosamente se opor a sua execução e às leis contra homossexuais.

Notas e referências
Informado via email por Arsham Parsi, presidente do grupo Iranian Railroad for Queer Refugees, em 31/10/09; Canadá.
GAY WAVE. Iran: impiccato un omosessuale, Disponível em: http://www.gaywave.it/articolo/iran-impiccato-un-omosessuale/2886/ . Acesso em: 01/11/09

Lula receberá Ahmadinejad em Novembro.

No dia 28/10/2009 o site deOlhonaMidia.org informou por email sobre uma campanha de protesto contra o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad, cuja visita ao Brasil está prevista para o dia 23 de novembro. No último ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem tentando insistentemente trazê-lo ao país, seguindo a mesma agenda do presidente venezuelano Hugo Chávez de se alinhar a países inimigos da democracia e de todas as formas de liberdades conhecidas.

Cabe ressaltar que não restam mais dúvidas de que houve fraude na contagem dos votos da reeleição de Ahmadinejad. Como se isto não bastasse, o presidente do Irã tem levado adiante um programa nuclear inconseqüente, com objetivo de bombardear Israel e não se sabe quais outros países, à custa da pobreza de uma população carente de todo o tipo de proteção social. Isso sem falar em crimes de conotação moral: Ahmadinejad tem sido um grande negador do Holocausto.

Os crescentes casos de extermínio de homossexuais, que assustam tanto em números quanto em grau de crueldade (acredita-se que, desde 1979, mais de 4.000 homossexuais foram exterminados no Irã, sendo que estes números não param de crescer), assim como os demais exemplos de desrespeito aos direitos humanos naquele país, devem nos deixar em alerta.

É preciso reagir contra esses absurdos. Resolvemos também apoiar a causa judaica e, por isso, convidamos todos para que protestem junto aos judeus contra a presença no Brasil deste aspirante a genocida.