segunda-feira, 15 de março de 2010

Crimes "homofóbicos".

São bastante conhecidos por todos os “levantamentos” anuais feitos por ONGs de direitos gays acerca dos crimes “homofóbicos” ocorridos no Brasil. Em 2009, por exemplo, afirma-se que quase 200 homossexuais foram assassinados no país em decorrência da “homofobia”.

Os esforços de coleta de dados empreendidos por militantes gays devem ser aplaudidos. No entanto, o que essas organizações não divulgam são os nomes das vítimas, os autores, as circunstâncias e os motivos desses crimes - todas essas informações valiosíssimas para se entender o que está por detrás desses assassinatos. Não seria leviano acreditar que a omissão no detalhamento desses dados tem por objetivo amenizar as eventuais críticas às pesquisas.

A metodologia empregada nos trabalhos sub-acadêmicos dessas ONGs tem por base os casos garimpados nas páginas policiais dos jornais, o que não é nenhum demérito. O problema são as conclusões estapafúrdias que os autores chegam com base nesses casos. O mais grave é que essa interpretação distorcida dos fatos acaba indo parar na mídia sem qualquer questionamento, além de servir, aos tomadores de decisão deste país, como justificativa para a formulação de políticas públicas equivocadas.

A título de curiosidade, resolvemos aqui investigar rapidamente apenas alguns dos assassinatos contra homossexuais ocorridos no ano passado.

Para espanto dos mais desavisados, na grande maioria dos casos de assassinos descritos como “homofóbicos”, o autor do crime é também homossexual. Ou seja, quem mata os homossexuais são os próprios gays! De um modo geral, são pessoas envolvidas com tráfico de drogas, com histórico de roubos e assassinatos, garotos de programa delinquentes, etc.

Vejam a seguir apenas alguns desses exemplos:

Jorge Pedra, jornalista e apresentador. Assassinado por garoto de programa, também homossexual, por motivo de roubo.

Jorge e o garoto de programa Rogério entraram por volta das 18h no quarto do hotel de Jorge Pedra. O rapaz, que tinha seus vinte e poucos anos, já sabia o roteiro que tinha que seguir. Mas com o jornalista foi diferente. Entusiasmado com o Honda Civic e notoriedade do seu cliente (Pedra não era só conhecido por freqüentar o hotel, mas também por ser o apresentador de um programa local chamado Fama e Sucesso e dono de uma produtora, a Fama Produções Artísticas), Rogério decidiu levar um valor a mais do que tinham combinado. A faca que levava consigo iria auxiliar na obtenção do extra.

Os dois adentrarem no quarto, beliscaram algumas coisas no frigobar e faziam sexo quando o garoto de programa resolveu colocar em prática suas intenções. Rogério pegou objeto e deferiu o primeiro golpe de frente para o apresentador, acertando-o na testa. Pedra, ao tentar fugir, derrubou móveis e tudo que via pela frente, porém recebeu o segundo golpe, desta vez nas costas. Mas a última facada, desferida próximo ao coração, foi a mais profunda e mortal.

Jorge agonizava no chão enquanto Rogério pegava o dinheiro de sua carteira e o celular.

O rapaz saiu correndo com a camisa que usava enrolada na mão, era perceptível o sangue nela. A recepcionista se assustou com aquele homem fugindo do hotel e, com outros funcionários, encontrou o corpo de Jorge Pedra a cerca de 10 metros do quarto. Pedra tentara buscar ajuda mas não suportou os ferimentos.

Zigomar Belo, assassinado pelo companheiro, também homossexual, um cabeleireiro com quem morava a 9 anos. O assassino declarou que o matou porque Zigomar havia o dopado para manter relações sexuais com ele.

Adriano Aquino Pereira, travesti, por dívida. O motivo da morte foi uma dívida de R$ 200, decorrida de programas. O assassino, também homossexual, mantinha relacionamento amoroso com a vítima desde 2008.

Jenifer, travesti, por dívida de drogas. Um morador do local contou que “Jenifer” certamente tinha envolvimento com a dupla de assassinos e devia aos traficantes que a assassinaram.

Dara, travesti, por dívida de drogas. Desde o início de maio, seis travestis foram assassinadas em Curitiba e região. A Polícia Civil atribuiu quatro das mortes à quadrilha liderada pelo traficante Hirosshe de Assis Eda, que morreu em confronto com policiais num apartamento no Centro de Curitiba. De acordo com as investigações, as travestis foram mortas por dívidas de droga.

Anderson Silva dos Anjos e Anderson Xinha, por desconfiança de envolvimento no tráfico. Acredita-se que eles foram mortos por serem desconhecidos na área e as facções locais do comando terem desconfiado de que eles seriam algum tipo de X-9 de outra facção rival na disputa pelo comando na localidade.

Elson Anselmo Silva, assassinado por parceiro sexual, também homossexual. Élson Anselmo da Silva, de 30 anos, foi morto com um golpe de faca na altura do abdômen desferido por Jean de Oliveira Pio, de 27 anos. Segundo Oliveira, ele e Anselmo estavam mantendo relações sexuais na casa da vítima, que era passivo, e em dado momento ele quis reverter a posição e se impor como ativo se armando com uma faca e ameaçando Jean de morte caso ele não cedesse.

De imediato, segundo Jean Oliveira, ele entrou em luta corporal com Anselmo e conseguiu desarmar o mesmo, quando em seguida, tomou a faca e desferiu o golpe fatal na vítima, que desesperado ainda correu pra pedir socorro, mas não resistiu ao ferimento e morreu minutos depois caindo próximo de sua casa.

Elenir de Paula Teixeira, assassinado por homossexuais (possivelmente garotos de programa). Um crime bárbaro chocou moradores do município de Ecoporanga. Elenir de Paula Teixeira, 51 anos, foi assassinado na noite da última sexta-feira. Chamou a atenção da polícia a arma utilizada no crime: pedaços de ossos de boi.

Os suspeitos do homicídio são dois jovens, de 17 e 18 anos, que estão presos. Os dois rapazes disseram à polícia que teriam marcado um encontro amoroso com a vítima e levaram uma garrucha calibre 22.

Houve uma discussão entre os três, que resultou na morte Elenir. O suspeito de 18 anos acabou ferido com um tiro na mão. "Eles jogaram uma pedra na cabeça da vítima e pegaram pedaços de ossos de boi, e o mataram", disse o delegado João Francisco Filho.

Benedito Juarez Silva, suspeito do crime o amante da vítima, por motivo de roubo.
 
O professor da rede estadual de ensino Benedito Juarez Silva, o “Toti”, de 50 anos, teria sido morto por apenas uma pessoa. O principal suspeito de ter cometido o crime, o produtor de eventos André da Silva Rodrigues, de 22 anos, com quem o professor mantinha um relacionamento homossexual, nega ser o autor do assassinato. A delegada Anaíde Barros, responsável pelas investigações, acredita que o autor tenha amarrado as mãos da vítima e a embrulhado num lençol, para conseguir arrastá-la até os fundos do quintal. As investigações apontam que o professor foi vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). A princípio, a delegada Anaíde Barros trata o crime como homicídio, mas existem indícios de que o jovem foi o autor do crime, e que matou para roubar. Caso seja indiciado por latrocínio, a pena para o crime é maior e pode chegar a 30 anos de prisão dependendo das qualificadoras.

Após o assassinato, ocorrido há quase um mês no bairro Joaquim Curvo, em Várzea Grande, o produtor de eventos levou consigo uma motocicleta Honda Tornado, pertencente à vítima. O veículo, que André admitiu ter levado, teria sido abandonado com a chave na ignição próximo de um motel, na Avenida 31 de Março, em Várzea Grande. Os policiais estiveram no local, mas não localizaram a moto.

Uma das hipóteses levantada pelos policiais é de que ele tenha vendido a motocicleta para pagar o conserto de seu automóvel. Além disso, os policiais descobriram que ele alugou um revólver para matar o professor, o que caracterizaria um crime premeditado.

André admitiu à delegada que cobrava R$ 300 por encontro íntimo, mas não revelou quantos programas fez com a vítima. Acrescentou que morou com o professor como amigo. O contraditório é que, mesmo como amigo, eles chegaram a comprar vários bens juntos - situação incomum.

Foi decretada a prisão preventiva do rapaz.

Marcelo Zanardo, 47, dono de rotisseria, assassinado por jovem homossexual com quem mantinha relacionamento. O autor do crime confessou o assassinato, mas não relatou os motivos.

Jerônimo José de Faria, 69 anos – O autor do homicídio foi Ricardo dos Santos Sanches, 33 anos, sobrinho da vítima. Jerônimo José de Faria, 69 anos, foi encontrado morto a facadas na noite de anteontem, na casa onde morava, na Avenida 35, nº 434, centro. Segundo dados obtidos na polícia, o autor do homicídio foi Ricardo dos Santos Sanches, 33 anos, que seria sobrinho da vítima. Este foi o primeiro homicídio do ano registrado em Barretos.

De acordo com as informações, o caso começou a ser investigado após o Corpo de Bombeiros socorrer Ricardo Sanches, que foi encontrado caído perto da Rodoviária, às 3 horas da madrugada. Após ser levado para o hospital, Ricardo contou que estava na casa junto com Jerônimo, e após ingerir bebida alcoólica, entraram em luta corporal. Na luta, Ricardo desferiu uma facada no peito de Jerônimo, matando-o. Segundo o delegado Antônio Alicio Simões Júnior, Ricardo foi preso em flagrante após receber alta do hospital. Ele contou ao delegado que Jerônimo seria homossexual e queria manter relações com ele, o que gerou a briga. Os policiais apuraram que Jerônimo tinha uma passagem por homicídio, ocorrida em 1996 na cidade de Ribeirão Preto.

Israel Santos de Santana. Conforme a polícia, dois encapuzados procuravam por uma arma e, por não encontrá-la, atiraram contra Israel. Na residência havia três pessoas que testemunharam o cobrador ser perseguido até o banheiro, onde foi executado com sete tiros. O amigo dele, Eber Santana, foi atingido com um tiro de raspão no rosto. Os dois homens fugiram levando o celular e dinheiro do cobrador. Eber prestou depoimento na 4ª Delegacia de São Caetano e contou sobre o arrombamento e morte em sua residência, localizada na Rua Vila Natal, bairro de Fazenda Grande do Retiro. Segundo ele, os encapuzados disseram que iriam levar a arma que, segundo eles, estaria em poder do cobrador. Um dia antes do crime, aconteceu um tiroteio na rua, e um homem envolvido na troca de tiros acabou subindo no telhado de uma casa vizinha da vítima e deixou a arma cair. A filha da vizinha teria levado a arma e vendido, mas Eber não sabia explicar se Israel comprou a arma.

Moradores do bairro desconfiam que o crime tenha relação com o assassinato de um filho de santo que aconteceu há dois meses. Logo após o crime, a vítima teria ido à delegacia prestar depoimento, o que pode ter desagradado traficantes do local.

Eusenilson Paulino, 23, travesti. Os autores dos disparos fugiram em uma moto. O caso, segundo a Polícia, estaria relacionado com tráfico de droga. Um acerto de conta ou vingança são duas hipóteses levantadas pela delegacia do 8º Distrito Policial (Conjunto Prefeito José Walter). Os vizinhos, com medo de represália, pouco falam sobre o caso. ``A gente pode ir também no embalo``, disse uma mulher, que pediu para não ser identificada. Ela contou que Maria Alice trabalhava como recicladora e era suspeita de vender droga. Segundo a Polícia, o filho dela e o amigo seriam usuários de droga e suspeitos de também praticar furtos na área. Foi assassinada também a mãe da vítima, e lançaram tiros em outras duas pessoas que estavam na casa, incluindo uma travesti.

Jéferson Luis dos Santos Lima, usuário de drogas, já tinha tentado matar a própria mãe. O homem identificado como Jéferson Luis dos Santos Lima, cujo corpo foi encontrado por populares amarrado à uma âncora dentro d’água, num trecho entre as praias do Pontal do Coruripe e Barreiras, por volta das 15h da tarde desta quinta-feira, 10, foi morto a pauladas, segundo informações do policial civil Walter, da 89ª DP, em Coruripe.

“Segundo uma testemunha nos informou, o homem, que era usuário de drogas, foi morto a golpes de cacete por um cidadão identificado apenas como “Cabeludo”. Essa testemunha, que não quis se identificar, por medo de represálias, disse que viu quando o suposto autor do homicídio estaria desferindo várias pauladas na vítima, à beira da foz do Rio Coruripe, na praia de Barreiras”, disse o policial civil.

O homem, cujo corpo estava amarrado à uma âncora de pedra e apenas foi encontrado quando a maré baixou, residia à Rua da Croa, na praia do Pontal do Coruripe. Segundo informações da polícia, Jéferson, cuja idade não foi revelada, era usuário de drogas.

De acordo com populares, a vítima, apesar de ser casado, era homossexual e, por conta do vício em entorpecentes, já havia tentado matar a própria mãe para vender o que ela tinha para comprar drogas.

Ainda de acordo com o policial, pelo avançado estado de decomposição que se encontrava o corpo, a suspeita é de que o homem tenha sido assassinado há aproximadamente quatro dias.

Raimundo José Martins Cerqueira, 34 anos, latrocínio. O funcionário municipal Raimundo José Martins Cerqueira, 34 anos, auxiliar administrativo da Secretaria de Educação de Simões Filho, foi encontrado morto, ontem pela manhã, numa estrada de barro do CIA I, bairro periférico do município.

Brutalmente espancado, ele apresentava várias lesões na cabeça e nas costas provocadas por um objeto contundente, segundo peritos do Departamento de Polícia Técnica que examinaram o cadáver. À frente do inquérito que apura o caso, o delegado Orlando Azevedo, titular da 22ª Delegacia, está à procura do rapaz com que a vítima foi vista pela última vez.

A princípio, a polícia investiga a hipótese de um latrocínio (roubo seguido de morte), já que a carteira de cédulas de Raimundo não foi encontrada durante a perícia. Segundo colegas, ele levava consigo o salário mensal, recebido horas antes do crime. Homossexual assumido, a vítima costumava sair com jovens recém-conhecidos, tornando-se vulnerável à ação de bandidos.

Na quinta-feira à noite, “Mundinho”, como também era conhecido, saiu para beber com quatro colegas de trabalho. Como haviam recebido o salário e não trabalhariam ontem, ponto facultativo nas repartições do município, resolveram estender a farra até a madrugada.

No “Bar de Noel”, localizado no CIA I, segundo ponto de parada do grupo, Raimundo se interessou por um rapaz que estava numa mesa próxima e passou a flertar com ele. O jovem desconhecido correspondeu. Por volta das 2h, os dois decidiram deixar o local, tomando rumo ignorado, segundo Marileuza Silva de Oliveira, 20 anos, colega da vítima.

Os amigos só voltariam a ter notícias de Raimundo, no início da manhã, quando a notícia de sua morte se espalhou pela cidade. O corpo foi encontrado por populares na estrada de barro de acesso ao bairro de Pitanguinha. De bruços e vestido apenas num short azul, ele estava ferido em várias partes do corpo, principalmente na cabeça e nas costas.

De acordo com o perito do DPT Marcos Mousinho, o assassino deve ter usado um pedaço de pau ou uma pedra, que não foram encontrados no local. Os documentos pessoais da vítima estavam num matagal a poucos metros do corpo.

Padre Hidalbert Guimaraes, 48.

Dois acusados de assassinar com 18 facadas e pauladas o padre Hidalberto Henrique Guimarães, de 48 anos, pároco da igreja Nossa Senhora das Graças, em Murici, em Alagoas, foram presos neste domingo, 8, por agentes da Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), da Polícia Civil.

Rafael Timóteo da Silva, de 19 anos, conhecido por "Chiqueque", e o menor J.A.C.S, de 16 anos, foram localizados e detidos no bairro de Ponta Grossa, após uma operação desencadeada por policiais civis, na noite de sábado, 7, logo após o corpo do sacerdote ser encontrado em sua casa, próximo ao Aeroclube, no bairro do Tabuleiro.

Segundo depoimento dos suspeitos, eles estariam saindo de um bar, no bairro de Jaraguá, quando o padre ofereceu carona e os convidou para tomarem umas cervejas em um outro estabelecimento no bairro da Jatiúca. De lá, todos teriam ido em um automóvel Fiat Mille, até a casa do religioso.

No caminho, já por volta das 2h30, segundo os acusados, ainda pararam no hipermercado Extra, no bairro da Gruta de Lourdes, onde compraram duas caixas de cerveja, cigarros, batatas fritas e amendoins. O menor afirma que teria bebido muito e acabou dormindo, somente acordando com uma grande discussão e luta corporal entre Rafael e o religioso. Segundo ele, o padre já havia sido esfaqueado e ele chegou a desferir várias pauladas na cabeça da vítima.

A versão de Rafael é de que, depois de beberem cerveja, o padre lhe teria oferecido R$ 15,00 para que ele fizesse um programa. Daí teria havido discussão, seguida de luta corporal e do assassinato. Antes de deixarem a cena do crime, os dois rapazes furtaram um aparelho DVD e um tênis pertencente ao padre. Os dois teriam então rumado para casa, no bairro de Ponta Grossa, em um ônibus.

Na manhã desta segunda-feira, o aparelho de DVD foi recuperado na Feira do Passarinho, onde havia sido vendido por R$ 55,00, de acordo com a versão dos acusados.

O delegado Robervaldo Davino informou que já está tomando os depoimentos de testemunhas. Ele também esteve na casa onde ocorreu o crime, acompanhado de peritos do IC (Instituto de Criminalística), para a realização de novos exames periciais.

O delegado José Edson destacou a importância da preservação dos locais de crimes. “Isto foi fundamental para que pudéssemos chegar rapidamente aos criminosos”.

A versão dos acusados é de que os dois teriam saído de um bar (Orákulo), no bairro de Jaraguá, quando o padre ofereceu carona e os convidou para tomarem umas cervejas em um outro estabelecimento (Casa Amarela), no bairro da Jatiúca. De lá, todos teriam ido em um automóvel Fiat Mille, cor prata, até a casa do religioso.

No caminho, já por volta das 2h30, segundo os acusados, ainda pararam no hipermercado Extra, no bairro de Mangabeiras, onde compraram duas caixas de cerveja, cigarros, batatas fritas e amendoins. O menor afirma que teria bebido muito e acabou dormindo, somente acordando com uma grande discussão e luta corporal entre Rafael e o religioso. Disse que o padre já havia sido esfaqueado e ele chegou a desferir várias pauladas na cabeça da vítima.

A versão de Rafael é de que, depois de beberem cerveja, o padre lhe teria oferecido R$ 15,00 para que eles fizessem um programa. Os dois teriam ido até o quarto da casa onde o padre teria feito sexo oral e, em seguida, pegara uma faca embaixo do colchão e o ameaçara para que continuassem o programa, mas desta feita sendo o religioso o parceiro ativo.

Nas palavras de Rafael, o padre ameaçara cortar seu pescoço para obrigá-lo a fazer sexo, porém ele conseguira arrancar a faca das mãos do religioso e o golpeara por diversas vezes.

Após o crime, já perto das 5 horas, os dois teriam rumado para casa, no bairro de Ponta Grossa, em um ônibus. Rafael tinha marcas de sangue nas roupas, e isso levantou suspeitas por parte do motorista e do cobrador do coletivo que acionaram a Polícia Militar.

Os jovens chegaram a ser abordados pela PM, quando o ônibus passava próximo ao Cepa (Centro de Estudos e Pesquisas Aplicadas), no Farol, mas justificaram que teriam se envolvido em uma briga e acabaram liberados.

Ainda no domingo, o menor comentou sobre o crime com alguns amigos na Praça Santa Tereza, em Ponta Grossa, onde reside. A Polícia Civil foi informada e conseguiu localizar os dois acusados na noite de sábado. Rafael já teve a prisão temporária decretada pelos juízes da 17ª Vara Criminal.

O padre Hidalberto Henrique Guimarães, 48 anos, estava desaparecido desde a última quinta-feira (05). No final da noite de sábado (07), foi encontrado morto, em estado inicial de decomposição, dentro de sua residência, na rua Jurema, n° 90, próximo a avenida principal do Aeroclube em Maceió, no bairro Tabuleiro do Martins.

O Instituto de Criminalística comprovou que o religioso foi assassinado com 18 facadas e a pauladas.

Padre Everaldo Martiol, 33 anos, trabalhava com jovens, vítima de latrocínio.
 
Na cidade de Caçador, em Santa Catarina, padre Evaldo Martiol, 33 anos, foi assassinado por um jovem de 21 e um adolescente de 15, neste sábado, 26. Ambos, tio e sobrinho.
 
O sacerdote foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte. Após sair de uma após, foi para a residência da mãe de outro padre. Quando retoanava para casa, pediram carona e o renderam no caminho. Ele foi levado a uma distância de 5 km fora da zona urbana de Caçador, onde quatro tiros foram disparados contra o sacerdote, que morreu na hora.
 
No dia seguinte, depois da denúncia de outra vítima que foi assaltada pelos mesmos bandidos, a polícia identificou os criminosos, que levaram o carro, celular e documentos do padre. Os dois confessaram o crime e indicaram à polícia onde estava o corpo da vítima.
 
O velório aconteceu ontem, na Catedral de Caçador, onde o sacerdote atuava. Segundo o Bispo Diocesano de Caçador, Dom Luiz Carlos Eccel, em sua ordenação episcopal não estiveram presentes tantas pessoas como no velório de padre Everaldo. “A catedral estava lotada, as pessoas emocionadas porque o padre Everaldo era um filho querido que vivia de fazer amizades com todos. Seu modo de evangelizar era por meio da amizade”, afirmou, emocionado, o bispo.

Sobre os autores do crime, Dom Luiz afirma que a Igreja perdoa o ato deles e que o assassinato de padre Everaldo é entregue como martírio ao mundo inteiro, pelo Ano Sacerdotal.

Os documentos e o carro do religioso se encontram ainda sob a guarda da polícia para maiores investigações. Até agora, foi concluído que o jovem de 21 anos disparou três tiros e o adolescente efetuou o último.

Luiz Gonzaga Alves, 75 anos, assassinado pelo companheiro com quem morava, por motivo de ciúme. Em menos de 24 horas, os policiais militares do Serviço de Inteligência do Comando Geral da Polícia Militar desvendaram o mistério sobre o assassinato do professor aposentado Luiz Gonzaga Alves, 75 anos. Ele foi encontrado morto por volta das 9 horas da manhã deste domingo (6) dentro da sua residência na Rua Manoel Leonardo Damasceno, 240, em Mangabeira II.
 
Assim que o corpo do aposentado foi encontrado, o major Lívio Sérgio, comandante do Serviço de Inteligência do Comando Geral, determinou que os policiais iniciassem as investigações e buscas para prender os acusados. Na madrugada desta segunda-feira, foi preso o principal suspeito pelo assassinato. Luan da Silva Santos, 19 anos, que mora em Mangabeira IV, confessou o crime e disse que matou o aposentado porque tinha um caso com ele e estava com ciúmes.

O rapaz revelou que há cerca de 20 dias levou um grupo de amigos para uma festa na casa da vítima e no local percebeu que estava sendo "escanteado" pelo professor e por isso decidiu matá-lo. A polícia acredita que Luan da Silva Santos não estava sozinho no dia do crime, porque foram levados um aparelho de TV, dois celulares e outros objetos da casa do professor e que ainda não foram encontrados. De acordo com a polícia, os moradores contaram que na noite anterior ao crime viram quando acusado entrou na residência da vítima e só saiu no dia seguinte.

A cena do crime - O professor morto em cima da cama. Ele estava de bruços, amarrado, amordaçado e com a alça de uma bolsa enrolada no pescoço o que leva a polícia a suspeitar que ele foi assassinado por estrangulamento. Dentro da residência os móveis estavam todos revirados e o cenário era de que tinha acontecido um farra de bebedeira durante a noite. A polícia tomou conhecimento de que a vítima era homossexual e gostava de receber rapazes e fazer farras dentro de casa.

Carlos Antonio Costa, travesti, morta supostamente pelo namorado.
 
Um travesti foi assassinado a tiros na noite de anteontem na avenida Recife, no bairro da Imbiribeira. Carlos Antônio da Costa, de 29 anos, conhecido como Débora, estava no ponto onde habitualmente esperava por seus clientes, próximo ao viaduto Tancredo Neves. Por volta das 22h, dois homens pararam em uma caminhonete Nissan de cor prata e placa não anotada. O rapaz que estava no banco do passageiro desceu do veículo e efetuou três disparos. Outros travestis estavam próximos ao local na hora do crime mas não quiseram dar declarações. A vítima trajava camisa preta, saia amarela e sandálias.

Cápsulas de revólver calibre 38 foram encontradas no chão, próximas ao cadáver. De acordo com a polícia, Carlos Antônio esperava pelo companheiro, que iria buscá-lo na volta para casa. “Disseram que o marido dele o buscava todos os dias às 22h30. Justamente ontem (anteontem) ele não teria vindo, o que seria estranho. A alegação foi de que o rapaz teria ido assistir ao jogo do Fluminense (pela final da Copa Sulamericana, contra a LDU, do Equador). Também é de se ressaltar que o local é movimentado, pois fica próximo ao Aeroporto Internacional dos Guararapes, e a qualquer momento uma viatura poderia ter passado por aqui”, afirmou o cabo Danilo Henrique, do 19° Batalhão da Polícia Militar.

O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), através da Força-Tarefa da Capital, iniciou as investigações do caso. O delegado Humberto Ramos acredita que ainda há várias hipóteses para a ocorrência. “Segundo a família, o crime pode ter sido causado por uma questão de herança, ou ligada à venda de um motel. O companheiro da vítima encontrou um bilhete escrito por Carlos, em que ele falava que caso lhe acontecesse alguma coisa, o dinheiro que possuía deveria ser dividido entre seus dois irmãos. Presumimos que para deixar um bilhete assim, é sinal de que ele vinha sendo ameaçado”, comentou o delegado. Ainda de acordo com Ramos, o suposto marido apontado pelos demais travestis assumiu que dividia o apartamento com a vítima, mas ambos não seriam casados. O inquérito ficará sob responsabilidade do DHPP.

Jonas Terêncio da Silva, 61 anos, assassinado por parceiro sexual, também homossexual.
 
O mecânico Jonas Terêncio de Souza, de 61 anos, foi assassinado com mais de 60 golpes de faca no último domingo, no distrito de Taquaruçu, em Palmas. De acordo com a Polícia Militar (PM) o próprio autor do crime, o vigilante Michael Pereira de Morais, de 20 anos, teria ligado para a PM e informado o ocorrido num depósito de cimentos em que Morais trabalhava. Conforme a PM, a versão dada pelo acusado é de que ele e a vítima estavam mantendo relações sexuais quando teriam se desentendido. Morais teria afirmado que estava “inspirado” num boneco assassino, personagem de um filme de terror. O autor do crime foi levado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP). (Nádia Souza).
 
Edson Ravaglia, empresário, A Polícia Civil não descarta a hipótese de que o assassinato do empresário Edson Ravaglia tenha sido acerto de contas.
 
O corpo do dono da Casting Models foi encontrado no porta-malas de um carro, no bairro Aero Rancho, na tarde desta sexta-feira, 6 de novembro.

De acordo com a Polícia, nada foi levado do empresário, porém os documentos pessoais da vítima não foram encontrados, o que torna menos provável que tenha ocorrido um assalto.Ravaglia já havia sido preso, em 15 de agosto, em Dourados por estelionato, segundo a assessoria da Polícia Civil. Ele teria se instalado na segunda maior cidade do Estado e afirmava que estaria contratando crianças e adolescentes para a novela Malhação, da rede Globo - todavia, mentia, segundo o que a Justiça teria apurado.

Outra peça importante nas investigações é o adolescente de 17 anos, que seria a última pessoa a ser vista com Edson. O adolescente seria acusado de desviar R$ 14 mil da Casting Models - em agosto deste ano -, empresa onde atuaria.

Bruno César de Araújo, de 31 anos, cabeleireiro, assassinado por dois homossexuais, seguido de roubo.
 
O corpo de Bruno César foi encontrado dentro do salão sem roupa, ao lado de um preservativoO homem identificado como Bruno César de Araújo, de 31 anos, foi encontrado assassinado com um tiro atrás da orelha e sem roupas dentro do salão de beleza Cabelo, localizado na Avenida Romualdo Galvão, em Lagoa Seca, zona sul de Natal. A vítima era proprietária do local.
 
Após dois meses de investigação, policiais de Santo Antônio em conjunto com policiais da 3ª DP conseguiram prender nesta segunda-feira (4), Wallyson Brito da Silva, o “Índio”, e Eleonai Freire da Silva , ambos com 19 anos. Eles são acusados de matar o cabeleireiro Bruno César de Araújo, de 31 anos, no salão de beleza da vítima.
 
A Polícia apreendeu na casa do pai de Eleonai, localizada Felipe Camarão, a arma utilizada no crime. Wallyson Brito informou a policia em depoimento que conheceu Bruno enquanto passava um final de semana com amigos, em uma casa de praia na Redinha.
 
Logo após aquele fim de semana, Bruno teria levado o acusado até seu salão de beleza, localizado na Avenida Romualdo Galvão, onde ambos tiveram relação sexual e chegaram a dormir juntos.
 
Após esse dia, os dois só voltaram a ter contato uma semana depois, no dia 25 outubro, quando marcaram de se encontrar novamente no salão de beleza.
 
Desta vez, Wallyson informou por telefone ao cabeleireiro que levaria um colega. O que o Bruno não sabia é que os dois haviam planejado roubar seu carro, um Renault Clio, de cor azul.
 
Por volta das 22hs, Wallyson chegou ao salão de beleza com o seu amigo Eleonai, onde os três mantiveram relações sexuais. O jovem de 19 anos relatou que por volta das 4 da manhã do dia 26 de outubro, foi ao banheiro, de onde escutou um disparo e em seguida mais dois.
 
Foi quando viu Eleonai com um revolver calibre 38 dar o terceiro tiro na cabeça do cabeleireiro. Chegando até a parte onde é feito atendimento no salão, perguntou ao parceiro o porquê dele ter realizado o disparo.
 
Heleonai teria respondido que aquele seria o único jeito de pegar o carro. Wallyson afirmou que os dois não tinham intenção de matar Bruno.
 
Após buscar dinheiro no salão de beleza e não achar, os dois pegaram a chave do carro e deixam o corpo do cabeleireiro estendido no local. Depois da conclusão do crime, Wallyson da Silva saiu conduzindo o carro e deixou o comparsa em casa, de onde seguiu até sua residência no bairro de Cidade Nova.
 
Segundo Wallyson, Eleonai já teria um comprador para o veiculo, mas por não conseguir vender, resolveu abandonar o carro no Bairro de Cidade Nova, após veiculação do crime na imprensa local .

Wallyson ainda voltou no dia seguinte, 27 de outubro, para pegar uma televisão, que foi vendida por R$ 40 nos Guarapes, zona Oeste de Natal .

Durante depoimento no final da tarde desta segunda-feira (4), os acusados ficaram trocando acusações sobre autoria. O titular da 3ª DP, André Gurgel Coelho, no entanto, afirma ter certeza da participação de ambos no crime, apesar de Eleonai negar que estivesse no local, tendo apenas emprestado a arma.

Wallyson Brito da Silva foi preso em flagrante no município de Santo Antônio por furto de motocicleta na Ceasa, ocorrido no dia 29 de dezembro passado. Ele foi preso por policiais civis de Santo Antônio após terem apreendido para averiguação o primo de Wallyson que estava dirigindo a moto roubada em Natal.

Wallyson foi autuado em flagrante por interceptação de veículo roubado e Eleonai, que será autuado por porte ilegal de arma, ambos responderão por latrocínio e ainda hoje serão encaminhados para o sistema prisional, onde devem aguardar por decisão judicial.

Diego Emerson de Araújo Daggy, de 22 anos, assassinado supostamente por duas mulheres lésbicas.
 
A Polícia Civil apresenta esta tarde duas mulheres suspeitas de envolvimento no assassinato do jovem Diego Emerson de Araújo Daggy, de 22 anos. A coletiva acontece no auditório do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
 
Diego foi morto no dia 14 de agosto deste ano em Itamaracá. De acordo com a polícia, as suspeitas Nathalia Cristina Silva de Souza, 25 e Priscila Teixeira dos Santos, 26, foram presas na sexta-feira passada, no município de Timbaúba, Agreste do estado.Durante a coletiva, a delegada resposável pelo caso, Gleide Ângelo, dará mais detalhes sobre a investigação.
 
O jovem de classe média-alta foi assassinado e esquartejado em Itamaracá. De acordo com a polícia, na madrugada do dia 14 de agosto, o sargento reformado da Aeronáutica, Jamesson Galdino de Aguiar, 25 anos, afastado do serviço por problemas mentais, algemou Diego e o jogou no banco de trás de uma picape S-10. Outras três garotas de programa estavam no veículo, que seguiu em direção a Itamaracá. Durante o trajeto, o jovem foi amarrado e esfaqueado diversas vezes até uma localidade conhecida como Lagoa Azul, onde a vítima doi esquartejada e deixada em um matagal.
 
O sargento foi preso no no final do mês passado. De acordo com a delegada, Diego tornou-se viciado em crack e virou "aviãozinho" - comprava e distribuia entorpecentes. Segundo as investigações, o desentendimento começou quando Diego agrediu uma garota de programa, identificada como Priscila Teixeira dos Santos, 26 anos, que estava lhe devendo R$ 50 por conta de drogas. Era o prenúncio do assassinato brutal. Revoltada, Priscila contou o ocorrido a Jamesson, que tomou as dores da prostituta e prometeu se vingar.

Na madrugada do dia 14 de agosto, o sargento estava em seu carro, uma S-10, junto com Priscila, Nathália Cristina Silva de Souza, 25 anos, e uma mulher identificada apenas como Jéssica, que seria sua namorada.

Depois de ser atingido por facadas, o jovem foi esquartejado ainda vivo e teve o corpo jogado num matagal, na Lagoa Azul, em Itamaracá. O cadáver dilacerado só foi encontrado e recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML) seis dias depois.

A frieza dos criminosos chamou a atenção da polícia. Depois do assassinato, os envolvidos, sob efeito do consumo de crack, tomaram banho de mar na praia, lavaram o carro e foram até um barzinho, onde ingeriram bebidas alcoólicas. O sargento chegou a deixar Priscila e Nathália no Holiday e foi para um motel com Jéssica, que contou tudo à polícia porque estava sendo ameaçada por Jamesson.

O sargento reformado foi preso no bairro de Afogados. Ele estava afastado por problemas mentais e, de acordo com a polícia, tem epilepsia e toma remédios controlados. Após prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), foi encaminhado para o Centro de Triagem.

Rafael, 30 anos, caseiro. Assassino foi identificado como Álvaro da Silva, o Paulista, de 20 anos, com quem o caseiro morava e mantinha um relacionamento. Assassino declarou que matou o companheiro porque Rafael ameaçava atear fogo na casa.

Raimundo Nonato de Lima, 43, assassinado por adolescente homossexual com quem mantinha relacionamento. A mais recente vítima foi um funcionário público municipal. Tratava-se de Raimundo Nonato de Lima, 43, que trabalhava como agente administrativo em uma escola da região. Ele foi assassinado, a golpes de faca, dentro de sua residência, na Rua Naídes Costa Menezes, bairro da Aldeia. No dia anterior, Raimundo promovera uma feijoada para os amigos em sua casa. O último a sair do encontro foi um jovem, com pouco mais de 17 anos, que confessou friamente o crime à Polícia, ainda ontem pela manhã.

Segundo o advogado José Maciel Braúna, que estava acompanhando o adolescente na Delegacia Metropolitana de Pacajus, o rapaz contou que não tinha sido convidado para a feijoada, mas só apareceu por lá na noite de domingo.

"A vítima era homossexual e mantinha relacionamento com rapazes jovens. Meu cliente disse ter pedido a ele (Raimundo) uma roupa nova, porque Raimundo havia comprado algumas peças naquele dia. O homem recusou a dar o presente e o jovem quis ir embora, mas foi impedido. Houve uma discussão e o adolescente disse ter dado uma pancada na cabeça de Raimundo, e depois o matou", disse o advogado.

Erisvaldo dos Anjos Santos, 29 anos, assassinado por suposto ciúme ou drogas. Segundo informação prestada pela Delegacia de Itororó, a vítima ERISVALDO DOS ANJOS SANTOS, 29 anos, funcionário da fábrica Azálea, foi morto dia 15/7 em sua residência com vários tiros, suspeito dois rapazes que depois já foram mortos, por suposto ciúme ou drogas.

Ele contou que entrou na casa de Fernando na companhia de outras três pessoas, mandou que o companheiro dele, Antônio Francisco da Silva , 45 anos, saísse de casa, e o matou, quando ele tentava escapar, escondendo-se embaixo da cama. O crime teria sido cometido porque a vítima ameaçava tomar providências pelo roubo de sua bicicleta.

De acordo com o delegado Artur Tito, da Delegacia de Itapissuma, os outros três suspeitos já foram identificados como João, Vado e Rogério, também conhecido como "Fala Fina". Diligências estão sendo realizadas para tentar capturá-los, enquanto a polícia vai solicitar o mandado de prisão preventiva.

Segundo os agentes, já havia um mandado de prisão aberto contra Anderson José do Nascimento, 26 anos, por suspeita da morte de um homem em Carpina, na Zona da Mata Norte do Estado, há cinco anos.

Wanderley, 40 anos, trabalhador doméstico, companheiro tinha envolvimento com o crime.

Um homicídio com características de crime passional chocou os moradores do distrito de Outeiro, um dos destinos preferidos de veranistas no feriado de 7 de setembro na Região Metropolitana de Belém (RMB). O trabalhador doméstico de 40 anos de idade, identificado até ontem à tarde apenas como Wanderley, foi assassinado a facadas dentro da casa dele, localizada no bairro São João do Outeiro. O crime provavelmente ocorreu na noite de sábado, mas o corpo foi encontrado somente na manhã de ontem. Os vizinhos de Wanderley, incomodados com o mau cheiro que exalava do imóvel, entraram na casa e encontraram o cadáver já em decomposição. A versão que circulava no local era que o companheiro da vítima, identificado como Wendell, teria envolvimento com o crime. O caso será investigado por policiais do distrito.

Segundo vizinhos da vítima, Wanderley era uma pessoa tranquila e muito querida dos moradores da passagem Amanajás, onde ele residia. Wanderley trabalhava havia mais de 18 anos como empregado doméstico de uma residência na avenida Beira-Mar, indo à casa alugada apenas para dormir. Homossexual assumido, ele costumava levar seus namorados para a casa. Wendell era o mais recente - eles viviam juntos havia cerca de um ano.

Desde a noite de sábado, no entanto, nenhum dos dois foi mais visto pela vizinhança. Os moradores começaram a estranhar a situação ao ver que a janela da casa de Wanderley estava aberta. Um forte odor começou a ser sentido na rua a partir da noite de domingo. 'Começamos a achar estranho esse fedor e o fato de ele não ter aparecido na casa de ninguém no feriado. Ele era uma pessoa muito querida por nós', disse uma vizinha.

O corpo da vítima foi encontrado por volta de 8 horas de ontem, quando um amigo foi chamado para entrar na residência. O estado em que a casa ficou comprova a violência do crime: havia muito sangue espalhado pelas paredes da cozinha, no quarto e na mesa em que uma refeição era preparada à hora do crime. Várias latinhas de cerveja estavam espalhadas pelos cômodos do imóvel, o que indicou que a vítima estava bebendo antes do crime. Pelo menos dez facadas foram desferidas em seu pescoço, braço e costas, segundo informações preliminares.

Uma equipe do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) chegou ao local por volta das 11 horas de ontem e fez a remoção do cadáver. Vários curiosos se aglomeraram na passagem Amanajás, mas logo se afastaram por conta do mau cheiro. 'Ninguém acreditou quando soube. Ele tinha vários namorados e tudo, mas nunca teve histórico de briga feia com eles. Não dá para entender como é que alguém faz uma coisa dessas', disse uma cabeleireira amiga de Wanderley. O laudo pericial do CPC sairá nos próximos 15 dias e será encaminhado à Polícia Civil, para constar no inquérito.

Anderson de Azevedo dos Santos, 26 anos, assassinado por engano, ao entrar em área controlada por traficantes.

Walace de Souza, 34 anos, assassinado por companheiro, também homossexual.

Um homem de 21 anos foi preso nesta segunda-feira acusado de matar a facadas o companheiro durante uma discussão, no Jardim América, zona norte do Rio de Janeiro.

Segundo a polícia, Douglas de Abreu Marques matou Walace de Souza, 34 anos, após discutirem sobre quem teria contaminado o outro com o vírus HIV.

A fuga de Marques foi impedida por moradores da região, que o detiveram e chamaram a polícia. Ele foi levado pela Polícia Militar para a 38ª DP (Jardim América), onde foi autuado por crime de homicídio

Edson Gabriel de Souza, 42 anos, assassinado pelo amante, também homossexual. Foi assassinado barbaramente com 5 disparos de arma de fogo , pelas costas, que o atingiram 3 balas na região lombar e 2 na cabeça , na manhã desta segunda-feira, dia 06/07.
 
O crime ocorreu na rua São Pedro no bairro de Santo Aleixo no município de Jaboatão dos Guararapes(RMR) e a PM Pernambucana, apurou, ouvindo testemunhas, que a tragédia havia sido cometida pelo amante da vítima, após séria discussão em que envolvia o nome de uma mulher, supostamente namorada ou amante do macho matador.

14 comentários:

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  2. Falar de assassinatos e de assassinos é uma coisa delicada mas temos que pensar também no seguinte: o Brasil é um pais em guerra civil, dezenas de milhares de pessoas são assassinadas todos os anos, alguns dizem 30 mil, outros 50. No IRAQUE, de janeiro ao final de agosto de 2009 foram mais de oitocentas, quase novecentas as vítimas de atentados para termos um idéia do que acontece neste nosso país.

    Um lei para proteger um grupo de milhões de pessoas que tem 200 assassinadas em um ano é brincadeira, principalmente quando o argumento é este apresentado pelo artigo, e os dados sobre as mortes (o motivo, digo) não aparecem das "maos oficiais". Para piorar, se quando pesquisamos encontramos entre estes 200 alguns motivos nem um pouco associados aos apresentados pelas mãos oficiais, então entende-se que o projeto é apenas político, nada tendo a ver com a pretensão de proteção a este grupo. A pesquisa sobre os assassineto desmente flagrantemente os proponentes da lei PLC 122.

    E vamos pensar um pouco: se temos 30 mil assassinatos no Brasil, dos quais 200 são homossexuais, então ser homossexual neste país não seria estar bastante seguro enquanto risco de vida em vista do restante da população? Ou não seria assim?

    Qualquer lei sem motivo justificável de fato e que separe um grupo em detrimento das outras pessoas tem o potencial de, aí sim, fazer nascer o ódio na sociedade.

    Grande trabalho irmão

    Abração a todos

    Cavaleiro do Templo

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  3. NEGROS MATAM NEGROS???EVIDENTE QUE SIM MAS HÁ UMA LEI QUE TIPIFICA O RACISMO COMO CRIME ,COMO É MAIS COMUM NEGROS SEREM VITIMADOS POR BRANCOS...MULHERES MATAM MULHERES??EVIDENTE QUE SIM ,MAS HÁ UMA LEI(MARIA DA PENHA )QUE PROTEJE MULHERES CONTRA A VIOLENCIA MASCULINA..GAYS MATAM GAYS??EVIDENTE QUE SIM,O PLC 122 VISA NÃO PROTEJER GAYS VITIMAS DE VIOLENCIA BANAL,AO QUAL TODOS ESTAMOS SUJEITOS,MAS IMPEDIR QUE A HOMOFOBIA SEJA INSTITUIDA E BANALIZADA EM NOSSO PAÍS!!!!FALAR EM NUMEROS É DIFICIL POR QUE NEM TODOS GAYS VIOLENTASDOS DENUNCIAM!!!POR MEDO DE SER DESCOBERTO PELA FAMILIA MEU COMPANHEIRO NAÕ QUIS QUE DENUNCIASSEMOS UM CASO DE VIOLENCIA QUE SOFREMOS NO CENTRO DE SÃO PAULO!!!NÃO SOU DE ESQUERDA NEM DE DIREITA!!SOU LIVRE...

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  4. Ivan, de fato há gays que matam gays e isto já provamos. Bem como provamos também que tais estatísticas são usadas pelo GGB e ABGLT para fazer pressão pela aprovação do PLC122/06. A pergunta que faço é: quantos cristãos mataram gays em 2009? Quantas lésbicas foram mortas porque seus assassinos rezaram uma "ave maria"? Te desafio a levantar estes dados, que aliás, não existem. A verdade que nenhum ativista gay quer lidar é que não existe fundamentalismo religioso no Brasil, tampouco motivos para aprovar o PLC 122...

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  5. Engraçado, eue e meu companheiro já fomos agrdedidos na rua e nenhum dos algozes, era miche, garoto de programa e muito menos "conhrecido" nosso. Achei esse blog simplesmente péssimo. Não sou de esquerda, não voto na Dilma, nem sou filiado a alguma onge, agora isso aqui ( o blog) é um deserviço a todos gays, lésbicas e trangeneros.

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  6. vocês falam,de gays matando gays mais não foi oque eu li neste blog caso voçê não saiba a pessoa ter relação sexual homossexual não a torna gay e sim a pode torna homofobico como acontece na maioria dos casos dos garotos de programas eles não transão com homens porque querem ou gostão longe disso.

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  7. Engraçado a perspectiva adotada por este blog..a homofobia só existe em Cuba;no Brasil o que existe é crime passional.
    Que motivos alguém teria para crer numa coisa esdrúxula como essa?

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  8. ''E vamos pensar um pouco: se temos 30 mil assassinatos no Brasil, dos quais 200 são homossexuais, então ser homossexual neste país não seria estar bastante seguro enquanto risco de vida em vista do restante da população''

    Este pensamento é mesmo muito bizarro.
    Crimes de ódio são diferentes de crimes comuns por conta da sua especialização.
    Um minoria vítima de crimes de ódio está não apenas sujeita ao crime de ódio,mas também está sujeita aos crimes comuns que assolam o resto da população;entretanto a maioria heterossexual,que sofre com crimes comuns,não está sujeita ao crime de homofobia.

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  9. Daqui a pouco até o vírus HIV vai ser considerado "homofóbico".

    @semdestinatario

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  11. esse blog é um homofobico disfarçado!!!
    nada aqui é coerente!!

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  12. Blog super coerente, gostei de ver!!!

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  13. Se eu não quero uma aranha em minha cama, eu sou aracno fóbico, mas se não quero um gay ao meu lado na cama, sou homofóbico?

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  14. Achei bacana a iniciativa dos críticos do Blog em contra argumentar a postagem, mas o que tem de errado em problematizar os dados apresentados pelas ONGs?

    Em síntese, os pontos levantados foram:

    1. Foram omitidas informações qualitativas importantes para reforçar o argumento de que as 200 mortes foram motivadas por homofobia. O autor do post apontou para o fato de que o recorte foi malfeito porque o simples número de vítimas não tem valor probatório pro argumento em questão.

    2. Para demonstrar que a totalidade desses casos não é motivada por homofobia, diversos homicídios desse recorte foram investigados e a conclusão é que houveram diversos outros motivos para os crimes.

    3. A base para a criação de leis específicas de proteção para pessoas homossexuais é, portanto, falaciosa.

    Basta que se demonstre de maneira clara que as pessoas mortas nesse recorte em sua maioria sejam por motivo de homofobia. Se isso for demonstrado, não vai haver margem para dúvidas.

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